Domingo, 17 de Julho de 2016

Da janela olho a minha terra...

Da janela olho a minha terra, que mergulha no silêncio da noite. Da Serra vem uma brisa fria, que sabe tão bem neste dia de canícula. O meu pensamento vai para a minha terra que observo. Penso na realidade de uma pequena aldeia, que já foi grande, em gente, em ideias. Penso no que é e no que poderia ter sido. Penso nos anos que se perderam, penso nas oportunidades perdidas. O sonho nem sempre comanda a vida...
Penso nas perguntas que me vão fazendo pela rua:
- "Atão, quando são as eleições"...
- " Vais-te candidatar?"...
- "Leste a Comarca?"...
- "Já pensaste em candidatar-te como independente?"...
- "Já te vi mais activo"...
Ehehe!!!
A todos vou dando a resposta adequada...
O futuro a Deus pertence... e em politica nunca se diz nunca...
É da vida!
Hoje estou muito mais sereno, muito mais tranquilo, e ciente do trabalho politico que realizei e consegui ao longo destes 10 anos. Muitos o reconhecem. Ainda está para ser feita a vassoura que varra o trabalho que foi feito.
E a propósito de andar "menos activo", não se iludam! Hoje tenho muito mais matéria para "acertar" do que teria há 10 anos, quando iniciei esta caminhada pelo futuro da minha terra, e ainda não dei o trabalho por finalizado...
Se eu hoje quiser apontar as "baterias"...não faltam alvos em muitos quadrantes para acertar..., neste momento estou preocupado com as alfaces, o feijão verde, os pepinos e os tomates, mas a seu tempo cá estarei...e não me calarei...nunca!
Porquê? Porque amo a minha terra - Pomares! 
E ainda porque quem não deve não teme...e eu nunca tive medo!!!

 

 

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Quarta-feira, 29 de Junho de 2016

A propósito de Tradições...

Vaso de S. Pedro!

Dizem alguns que é uma questão de tradição! Eu digo, está bem! E será que a coberto das ditas tradições é permitido danificar o património de cada um? E será que a coberto das ditas tradições é permitido invadir o espaço privado e vedado? E a coberto das ditas tradições é permitido um sem número de coisas sem nexo e sem estética alguma? Quando assim acontece deixa de ter piada, e não há tradição que me convença de que tem alguma utilidade ou divertimento, a não ser para gozo de quem se envolve nestas praticas.


Passo a explicar:

Em noites de Santos populares, Santo António, S. joão e S.Pedro, é comum há alguns anos levarem à pratica o "desvio" de vasos com flores, e serem depositados junto ao fontanário principal cá da terra, ao Pontão. Dizem alguns que é tradição. Até pode ser tradição, mas sinceramente não me lembro nos meus tempos de juventude ver tal coisa em Pomares. Poderá ser tradição em algumas terras, mas em Pomares se o foi alguma vez esteve muitos anos em que essa tradição não foi cumprida.

 

Penso, e tenho até a certeza que o gozo está em ver as pessoas e os proprietários logo pela manhã seguinte andarem a transportar os seus pertences, alguns com dificuldades nítidas quando se trata de população envelhecida em que não tem os filhos nem os netos por perto para os ajudarem e quando não se distingue um vaso com uma sardinheira ou um craveiro com floreiras em cimento com pesos e dimensões consideráveis e com espécies que podem valer algumas dezenas de euros.  

 

Não posso concordar com tradições que não têm em conta se os vasos que se vão "desviar" pertencem a pessoas que estão ausentes, impedindo-os de os irem recolher no dia seguinte...e o que acontece a seguir é que a culpa morre solteira! Não posso concordar com tradições que não tem em conta se os proprietários tem condições físicas e possibilidades de irem recolher os seu pertences que na calada da noite e pela sorrelfa foram desviados...

 

Se o argumento é a tradição, também posso dizer que é tradição matar toiros, matar gatos com fogo, cortar parte dos genitais femininos....e se recuarmos, também era tradição sacrificar humanos...e filhos...é da bíblia!!! 

No tempo em que não havia televisão, não havia internet, não havia os meios de locomoção que há hoje, não havia a informação que há hoje, não havia a formação que há hoje, (ou havia?), e não havia o dinheiro que há hoje compreendia-se que a juventude e outros menos jovens, arranjassem alguma alternativa para se divertirem e para exteriorizarem a sua irreverência. Hoje não compreendo, e sinceramente esperava mais iniciativas para Pomares que não vejo!!! 

E que dizer quando se transpõem muros e portões??? Não será um ilícito???

E será que um balde com terra e uns tomateiros para plantar não se distingue de um vaso com flores? E será que o balde e os tomateiros não podem estar em sitio que não é suposto ser de acesso publico fácil?

Não me incomodo e já não é a primeira vez, que me levam vasos com flores, que não tenho, podem levar-me os tomates, porque tenho mais...mas não acho piada invadirem-me um espaço privado e vedado, seja a que pretexto for...

 

A falta de bom senso, os abusos, nem que seja a coberto das ditas tradições, mais cedo ou mais tarde dão sempre mau resultado.

Há tradições que não atraem as pessoas, não as incluem, afastam-nas!
Para uma região e uma terra que galopa para um abismo de desertificação humana, há que repensar tradições e brincadeiras...

 

 

 

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Terça-feira, 28 de Junho de 2016

Bem Vindos a Pomares e Boas Férias

Os deputados da Freguesia de Pomares-Arganil e a Junta de Freguesia, desejam a todos os Pomarenses e a todos os que nos visitam, umas boas férias para este verão de 2016, e fazem lembrar que as nossas águas da Ribeira de Pomares, o cheiro das tílias do Parque de Campismo e do Parque de Merendas, e ainda, as paisagens da Serra do Açor, com a hospitalidade das gentes das nossas aldeias, são motivos mais que suficientes para passar as férias em Pomares. Temos a certeza que o que oferecemos é genuíno e com qualidade. Sejam bem vindos! 

 

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Segunda-feira, 27 de Junho de 2016

Passeio com Stória na Ribeira do Jardo em Agualva-Cacém

 

A iniciativa pertenceu à Associação RJ ANIMA, e o convite chegou-me pelas redes sociais. O apelo de conhecer mais um pouco da História do território em que residimos pareceu-me mais que suficiente para que pegasse na minha máquina fotográfica, deixasse o aconchego do lar e o "far niente" de um domingo à tarde, e partisse ao encontro de quem se predispunha a partilhar os seus conhecimentos. Sob o título "Agoa Alva, Aqua Alva" Caminhada com Stória, lá fui ao convite. Não me arrependi!
Posto isto a servir de introdução, passemos então à acção, que é como quem diz á descrição, embora sumária, deste passeio que tinha uma duração prevista de 60 minutos e se prolongou por outros tantos.

Uma das coisas em que acredito é que nós só nos podemos identificar com as coisas se as conhecermos. É assim com as pessoas, é assim com os lugares também. A História permite-nos compreender o presente e perceber o que queremos para o futuro de um território no qual habitamos, e para quem vem de fora, a importância é enorme pelo laço que se cria na integração e na identificação dos seus habitantes.

A lição de História esteve a cargo de Rui Oliveira, professor, antropólogo e investigador histórico. Agradeço-lhe pessoalmente a disponibilidade em partilhar connosco o seu saber. Gostei especialmente daquele ar de "Indiana Jones", que deixava transparecer uma boa cultura e um saber extraordinário de todo os espaço envolvente. Gosto de gente que fala com paixão e vive a sua actividade. É o caso! É extraordinário o conhecimento centímetro a centímetro do espaço, onde a História recuou aos tempos Fenícios, ao tempo do Império Romano, o apontar para o Alto de Colaride e ficarmos a saber que ali está uma pedreira do tempo do Império Romano tal qual a deixaram. É fascinante estarmos a pisar o mesmo solo onde outrora passaram as vias romanas. É extraordinário saber que ali, debaixo dos nossos pés, passou El Rey D. Manuel e a sua Corte a caminho de Sintra. Tudo isto à beira da Ribeira do Jardo, (ficámos a saber que esta é a designação correcta, embora seja conhecida por Ribeira das Jardas), que tem 19 quilómetros, nasce na Serra da Carregueira e é um dos afluentes do Tejo, e que em tempos dividiu os termos de Lisboa e de Sintra. É extraordinário saber que pisamos terras de D. Domingos Jardo, Bispo de Lisboa, chanceler de D. Dinis, e responsável pela criação da Universidade em Portugal com a criação do Convento de Sto Elói.   

A concentração deu-se junto às instalações da antiga Fábrica Melka e daí progredimos Ribeira acima...

Não éramos muitos...o que facilitou a comunicação...e quem não veio, não soube o que perdeu!!!

Lições de História, in loco e gratuitas não é para perder...
Estamos na margem direita, hoje Freguesia de Cacém - S. Marcos, e em tempos termos de Sintra, e logo ali na outra margem, a esquerda, hoje a Freguesia de Agualva-Mira Sintra, e em tempos os termos de Lisboa.

Continuámos a percorrer as margens da Ribeira do Jardo, e Rui Oliveira foi-nos enquadrando na importância deste curso de água ao longos dos séculos. Extraordinário!

Rui Oliveira foi dando indicações e chamando a atenção para aspectos curiosos...

...incluindo a fauna...na foto uma galinha d' água, ali, a poucos metros de vias com transito intenso e edifícios de muitos andares, para além de muitos patos reais que ali residem...

Parámos debaixo do enorme plátano, a arvore sobrevivente ao Polis que alterou radicalmente toda esta zona...e mais uma lição de História, desde os tempos remotos até...

...a tempos recentes, onde ainda se podem ver os restos de asfalto da Rua Elias Garcia, como era...e as pedras da ponte soterrada...

Parámos novamente um pouco mais à frente, e a História corria ao sabor da conversa. D. Domingos Jardo, (jardo significa louro e tês clara)...porque se falava da Ribeira das Jardas, ou melhor da Ribeira do Jardo.

 Quando a História vem ter connosco é muito mais interessante...

 E a jornada estava prestes a chegar ao fim...

Duas futuras arquitectas tiravam freneticamente apontamentos...

Rui Oliveira, muito bem documentado, que fala com paixão e se nota a experiência de ensinar... 

E o que eu aprendi...
Passei por aqui centenas de vezes, ou mais, e nunca me passaria pela cabeça que estes edifícios em meia-ruína encerravam tanta história. Repare-se na pedra do lado direito, que tem um "barco"; significa simplesmente que estas casas estavam identificadas para pagar impostos a Lisboa, o tal imposto que hoje poderá ter paralelo com o "nosso" IMI...

Mas já o passeio se tinha findado, e o Historiador acompanhou as jovens arquitectas que para trabalhos de estudo lhe colocaram algumas questões. Não se fez rogado e fomos ver onde se situava uma antiga pedreira, e de seguida fomos ver a única ponte medieval que resta em Agualva.

O vale do Penelo por onde corre a Ribeira do Grajal e a ponte medieval.

Caro Rui Oliveira foi um prazer acompanhá-lo. Parabéns à Associação RJ ANIMA. Agualva só tem a ganhar e nós também.
Obrigados!

 

 

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Domingo, 26 de Junho de 2016

O Regresso...

Pomares em Maio 2016

Nem sei bem como começar, tal é o tempo a que votei este meu espaço predilecto ao abandono. Imperdoável!!!
Fazendo as contas, há mais de um mês que não "boto" aqui nada, nem uma opiniãozinha. Nem parece meu. E penalizando-me, ainda mais, no mês de Maio, apenas um post. Valeu o post e o vinho da Casa da Carvalha que são excelentes. Tudo, os donos, a Casa e os vinhos...
Bem, vamos lá ao que me trouxe aqui:

Nada de especial, apenas a vontade de retomar o curso normal deste Blog " O Rouxinol de Pomares", e deixar aqui alguns desabafos, quiçá para justificar o injustificável, ou simplesmente para arranjar alguma explicação, ou álibi, para a minha preguiça, cansaço, desmotivação, ou desilusão...

Não sei, talvez tudo junto.
Todos nós gostamos mais de tudo o que nos é mais fácil. É humano e é legitimo. A coisa mais fácil é a plataforma de comunicação da chamada rede social, facebook, que nos permite algum voyeurismo e que podemos satisfazer a curiosidade alheia com uma foto de um bife e batatas fritas, ou simplesmente com a cor dos sapatos novos acabadinhos de comprar...
É tudo mais fácil, mais rápido e ninguém está preocupado com a qualidade das imagens, do som do vídeo. O que importa mesmo é a quantidade dos likes e quantidade de amigos, que na sua maioria passam por nós e nem bom dia dizem...é tudo uma questão de números, até nós, provavelmente lá em Bruxelas, eu não passarei de um número, ou serei mesmo um número? Se calhar nem isso...
Bom, adiante!
Ao longo destes 9 anos em que abordei muitos problemas que afectam as nossas aldeias, e em especial a minha terra na qual foquei este Blog, percorri um caminho que não foi fácil. Tornei-me conhecido como " O Rouxinol de Pomares", fiz grandes amigos, e fiz também alguns inimigos de estimação. Orgulho-me de ter companheiros e amigos que comungam dos mesmos ideais, que disseram sempre presente, foram sempre solidários, e em momento algum vacilaram nos ideais, e jamais aceitaram promessas vãs.  Compreendo, não sou redondo e não agrado a todos, e não tenho fígado para dizer pela boca uma coisa, e o coração estar a pensar outra. Recuso-me a ser hipócrita. Nunca o fui, e com esta idade já não vale a pena sê-lo.  Sou directo, frontal e verdadeiro, e se algum dia eu sentir que errei, não tenho a menor hesitação em pedir desculpa. Sei que levantei problemas a quem estava nas suas 7 quintas, porque do alto do seu poderzinho nunca ninguém tinha ousado questionar fosse o que fosse. Assustei e assusto quem está instalado e tem interesse em que as coisas permaneçam na mesma. Cheguei, questionei, fotografei, apontei caminhos alternativos, dei sugestões, e isso obrigou a mudar muita coisa. Mentalidades, uma das coisas mais difíceis de mudar...
Confesso também que acuso algum cansaço, fruto de uma luta muitas vezes solitária, de muitas horas perdidas à frente de um ecrã de computador, de muitas horas com uma máquina fotográfica na mão, de muitos quilómetros percorridos, muito dinheiro empatado e gasto a percorrer estradas, caminhos e aldeias, apenas com o objectivo de dar a conhecer, de divulgar e de levantar questões justas que tenderiam somente ao desenvolvimento sustentável, impedindo o desaparecimento de comunidades. Ou pelo menos a tentativa, enquanto outros assobiam para o lado e dizem " o gajo é parvo e fala demais"  Sempre com o sentido de responsabilidade que me caracteriza, de preservar a segurança e a imagem das pessoas e das aldeias, tendo o cuidado de não divulgar dados que possam comprometer a segurança das pessoas e bens. Todos sabemos da desertificação humana das nossas aldeias, mas nunca publiquei um post com o número de habitantes por aldeia, por uma questão de segurança e privacidade! O respeito pelas pessoas está sempre presente. Afinal é pelas pessoas que ando por aqui e me movo...

Confesso também alguma desilusão. Não por não sair vencedor de eleições a que me propus, porque o objectivo politico não sendo atingido na totalidade, foi sobejamente positivo. Estou convencido que contribuí bastante para consolidar a democracia na minha freguesia e para a transparência dos actos públicos. Sei que não é fácil aceitarem quem lhes pediu e pede para mostrar as contas publicas...porque nunca antes foi feito. Sei que não é fácil que se questione actos de uma gestão administrativa de uma pequena freguesia. Provavelmente ainda não entenderam que este é um caminho natural e que só teriam a ganhar com a participação de quem está na oposição.  Ainda há muito caminho a percorrer...mas nem sempre gozamos da estima e da compreensão, até dentro dos próprios camaradas de partido que se norteiam simplesmente por números...e quiçá pelo poder...  e é por isso que vamos assistindo à decadência dos velhos partidos, que ao longo destes anos nos levaram para um caminho que não sabemos onde terminará...
Desilusão também por constatar que cresceu na minha aldeia, oportunismo, bajulice, dissimulação e falsidade em alguns, que assim vão alcançando um bocadinho de protagonismo que de outra forma jamais o conseguiriam por mérito próprio.

Confesso também alguma desmotivação, muita até, porque me fartei de "aturar" boçalidades, gente que se julga capaz e não consegue produzir uma ideia. Gente que me pediu ajuda e no momento seguinte não teve pejo de me rasteirar. Gente mesquinha, que nos bate nas costas e ao virar da esquina é capaz de nos atraiçoar. Desmotiva-me que os valores de outrora tão comuns nas nossas aldeias já não são o que eram. O respeito, a verticalidade e a palavra já não são o que eram nem têm o mesmo valor de outrora. Perdeu-se a verticalidade...
Confesso ainda que estou a ter alguma preguiça, porque é mais simples não ter compromissos, não ter nada que fazer...e fazer apenas o que nos apetece, quando nos apetece, e como nos apetece...
Pensando bem, sou um homem livre, sempre fui um homem livre, e tenho a idoneidade de fazer o que acho que está bem feito...ninguém me paga!!!
Há gente que reconhece o meu trabalho, as minhas capacidades e o meu esforço. O que é importante na vida é que tenhamos sempre uma alternativa...
Desiludam-se aqueles que pensam que me remeti ao silêncio e que ficarei calado. Não acreditem! Um dia destes, voltarei, e nunca, mas nunca mesmo, deixarei de dizer o que penso e de apontar o dedo se for caso disso. É simples, a minha liberdade não tem preço, e o melhor do 25 de Abril foi a liberdade de expressão... 
  

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Terça-feira, 10 de Maio de 2016

Casa da Carvalha - Mucelão - S. Martinho da Cortiça - Arganil

Na semana passada, fez precisamente ontem oito dias, visitei a Casa da Carvalha, situada em Mucelão, S. Martinho da Cortiça, já nos limites do baixo concelho. Tivemos a sorte de estar um tempo primaveril, que contrasta com estes ultimos dias chuvosos e com frio. pouco próprio destes dias de Maio, que nos permitiu percorrer as terras da Casa da Carvalha.  e colher os odores floris da esteva, que abunda nas terras baixas, junto ao Alva. prestes a juntar-se ao Mondego, ali perto, no Porto da Raiva.
Todos sabem da minha paixão pelas coisas da terra, e em particular dos vinhos, e esta foi uma oportunidade de conhecer as vinhas e a Casa da Carvalha, que dão nome ao único vinho certificado "Dão", do concelho de Arganil.

À Dra Rita Andrade Rocha e ao seu marido Engº Pedro Cavique Santos, agradeço, e deixo publicamente o meu profundo agradecimento pela forma magnifica como fomos recebidos.  Visitámos a quinta, e  assistimos ao engarrafamento do  vinho Rosé 2015, que a Casa da Carvalha vai lançar brevemente no mercado. Os vinhos da Casa da Carvalha vendem-se em exclusivo em algumas garrafeiras, no El Corte Inglés, e na região, na quinta da Casa da Carvalha em Mucelão. São produtos de excelência pelo que vale a pena fazer alguns quilómetros para os adquirir. Não se vão arrepender. Anotem!

Dra Rita Andrade Rocha, o rosto da Casa da Carvalha, e responsável pela gestão e marketing  dos vinhos Casa da Carvalha, acompanha todo o processo de engarrafamento do novo vinho.

Ainda sem rótulo e acabadinho de ser engarrafado. O Rosé 2015, promete ser um sucesso...só falta chegar o verão!

Uma cor magnifica...

...não acham?

Casa da Carvalha (6)

Os trabalhos de engarrafamento...

Casa da Carvalha (7)

idem...

Casa da Carvalha (8)

 Engarrafamento com grande cuidado e o mais rigoroso controlo higiénico.

Casa da Carvalha (9)

Apesar das garrafas virem em paletes fechadas com plástico, foram sujeitas a lavagem sob pressão...

Casa da Carvalha (10)

Rigor e profissionalismo...

Casa da Carvalha (11)

A vinha...

Casa da Carvalha (12)

Casa da Carvalha (13)

Casa da Carvalha (14)

Casa da Carvalha (15)

Caixas de garrafas...

Casa da Carvalha (15a)

Casa da Carvalha 2010.

Casa da Carvalha (16)

O repouso dos nectares...

Casa da Carvalha (17)

Cubas inox, irrepreensilvelmente limpas.

Casa da Carvalha (18)

Casa da Carvalha (19)

O conjunto arquitectónico da Casa da Carvalha é magnifico.

Casa da Carvalha (24)

Entrada principal.

Casa da Carvalha (20)

Pormenores da entrada...

Casa da Carvalha (21)

Casa da Carvalha (22)

Casa da Carvalha (23)

Casa da Carvalha (27)

Capela

Casa da Carvalha (25)

Interior da capela.

Casa da Carvalha (26)

Pormenores da capela  

Casa da Carvalha (28)

Casa da Carvalha (29)

Casa da Carvalha (30)

No alpendre

Casa da Carvalha (32)

A ida até ao Rio Alva

Casa da Carvalha (31)

Uma paisagem tranquila e magnifica em terras da Casa da Carvalha

Casa da Carvalha (33)

Agradecemos a gentileza e o extraordinário passeio 4x4 com a descida ao Rio Alva.

Casa da Carvalha (34)

Cuidado com o cão!

 

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Domingo, 24 de Abril de 2016

Pão Saloio em S. João das Lampas

 

Sábado, dei um saltinho a S. João das Lampas, e jantei no 1º Festival de Pão Saloio que decorreu este fim de semana, encerrando hoje, onde também se pode apreciar a mostra agrícola, artesanato e diversões, próprias de um evento destes. Atraiu-me o sugestivo nome de "pão saloio" e atraiu-me também as potencialidades desta zona, tão perto da capital, que ainda encerra muitos dos saberes e sabores de antigamente, os sabores saloios e genuínos. Eu gosto destas "feiras", porque são elas que nos trazem ainda ao conhecimento e ao nosso palato alguns dos sabores que fazem a diferença da bitola da comida de plástico, toda igual, e que prolifera em tudo que é espaço de centro comercial, ou aglomerado urbano. Estas feiras e mostras são potenciadoras na união e identidade de todos os que não tendo origem na região saloia, a escolheram para viver. 
Não sei se alguém da organização me vai ler ou não, mas a única coisa a corrigir no futuro é a aposta nas "barraquinhas" de pão saloio, dos produtos endógenos, é que eu ir á procura de pão saloio e sair de lá com pão de Alfandega da Fé, não é propriamente o que estava à espera. Sei que não é fácil, sei que há muito trabalho de retaguarda, mas apostem e mobilizem as associações, os comerciantes  da terra, e apostem no pão, o Pão Saloio.

 

 Alguns pontos onde se podia comer, e até se comeu bem, diga-se em abono da verdade...

As normais e ordeiras filas, para manducar...

A mostra agrícola, que expõe as velhas relíquias mecânicas...

A agricultura também tem os seus clássicos...

Miniaturização de um estilo tipicamente saloio...

A minha origem camponesa leva-me muitas vezes a parar, observar e conversar, com quem vive da terra e dos produtos que ela produz. Gostei de falar como Sr. Alcino da Silva Lourenço, de onde trouxe algumas espécies de feijão para ver se se adaptam na minha Beira Serra...

E reitero o que atrás disse, estas iniciativas, feiras, mostras, e festivais que promovam os produtos locais, e que dão a conhecer os produtos endógenos nunca são demais. Eu por exemplo, há quase quarenta anos a residir em Sintra, não conhecia nenhum produtor de mel de Sintra; fiquei a conhecer, e embora sendo muito diferente do mel da minha Serra do Açor, gostei, e voltarei a comprar.  

E o pão saloio é para apostar...
Parabéns aos organizadores e à autarquia local, a União de Freguesias de S. João das Lampas e Terrugem. Continuem! Força!

 

 

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Terça-feira, 19 de Abril de 2016

A Taverna dos Trovadores está Linda!

Taverna dos Trovadores (1)

No sábado dei um saltinho à Taverna dos Trovadores para ver e rever os meus amigos e notei algumas diferenças. Que bonito está este espaço do nosso amigo e conterrâneo Fernando Pereira!

Taverna dos Trovadores (2)

Taverna dos Trovadores (3)

Taverna dos Trovadores (4)

Taverna dos Trovadores (5)

Taverna dos Trovadores (6)

Taverna dos Trovadores (7)

 

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Segunda-feira, 18 de Abril de 2016

Bucho de Arganil na Casa da Comarca de Arganil

10º Aniversário Confraria do Bucho na Casa da Co

A Confraria do Bucho de Arganil, que vai comemorar o seu 10º aniversário, e que terá o seu ponto alto no fim de semana de 27 a 29 de Maio, com o "Fim de Semana do Bucho" em Arganil, escolheu a Casa da Comarca de Arganil, o berço do regionalismo em Lisboa e uma das Casas Regionais mais prestigiadas,  que é a "guarda avançada" na divulgação de Arganil e da Beira Serra, dos nossos valores, das nossas tradições, das nossas paisagens, das nossas gentes da nossa gastronomia e de tudo o que de melhor temos para oferecer, incluindo a simpatia do povo arganilense que sabe receber quem nos visita, para apresentação do programa do seu 10º aniversário, sob o lema " Dez Anos de Tradição com sabor a História". 
A Casa da Comarca de Arganil foi uma feliz escolha, e no sábado, todos os que disseram presente, tiveram a oportunidade de apreciar os vários buchos que se fabricam em Arganil; Vila Cova de Alva, Benfeita, Arganil, do Fumeiro de Arganil (Soares & Damião), de Folques e de S: Martinho da Cortiça; espero não me ter esquecido de nenhum! E falando em Bucho, não podia faltar o vinho, e o néctar que tivemos a oportunidade de beber, foi, nem mais nem menos, do que o único vinho com denominação oficial Dão, que se produz no concelho de Arganil, o vinho Casa da Carvalha de S. Martinho da Cortiça; falaremos um dia destes, com mais detalhe sobre estes  excelentes vinhos, estejam atentos! Para além do Bucho, não faltaram outras iguarias, como favas com entrecosto, bacalhau com grão, etc, salgados variados e um caldo verde. De Arganil veio ainda uma grande variedade de doçaria, onde não faltaram também os premiados pasteis de nata e as conhecidas e famosas amêndoas da pastelaria Balcão do Marquês, cujo fabrico é da responsabilidade de um confrade e conterrâneo. O queijo da Quinta da Vumba, um produto de excelência, também não faltou.
Tenho pena de quem não esteve presente! Não sabe o que perdeu!!!

Quero expressar aqui, e penso que serei secundado por quem esteve no sábado na Casa da Comarca de Arganil, um agradecimento a todos os produtores e empresários que depositaram na Confraria do Bucho de Arganil a divulgação dos seus produtos de grande qualidade.
Nas fotos que se seguem, que não são mais do que um pequeno testemunho do que foi esta primeira jornada da comemoração dos 10 anos da existência da Confraria do Bucho de Arganil, terão a oportunidade de ver o que acabo de escrever, porque uma imagem vale mais que as minhas palavras. Espero que gostem e espero que visitem Arganil.

10º Aniversário Confraria do Bucho na Casa da Co

O cartaz que publicita o Fim de Semana do Bucho. Esta é uma oportunidade para visitar Arganil.

10º Aniversário Confraria do Bucho na Casa da Co

Um aspecto do Salão da Casa da Comarca de Arganil.

10º Aniversário Confraria do Bucho na Casa da Co

A Mordomo Mor, Dra Fernanda Maria, foi chamando para junto da mesa, alguns Confrades, produtores, ou representantes dos mesmos, e ainda personalidades que se distinguem na divulgação e comercialização dos produtos e na na divulgação do nosso território arganilense.

10º Aniversário Confraria do Bucho na Casa da Co

10º Aniversário Confraria do Bucho na Casa da Co

Apreciem...
Coisas de comer e chorar por mais, onde se podem ver os famosos coscureis tipicos da nossa região, aqui, os dos Cêpos, mas onde podiam estar também os premiados coscoreis de Soito da Ruiva, Pomares, que são uma das referências da Feira das Freguesias, que se realiza no segundo fim de semana de Junho. Por lá encontrarão tudo isto...

10º Aniversário Confraria do Bucho na Casa da Co

10º Aniversário Confraria do Bucho na Casa da Co

10º Aniversário Confraria do Bucho na Casa da Co

10º Aniversário Confraria do Bucho na Casa da Co

10º Aniversário Confraria do Bucho na Casa da Co

As famosas amêndoas artesanais do Balcão do Marquês, fabricadas pelo nosso conterrâneo, Ernesto Santos.

10º Aniversário Confraria do Bucho na Casa da Co

10º Aniversário Confraria do Bucho na Casa da Co

Os premiados pasteis de nata do Balcão do Marquês, em Lisboa, junto das bolachas Donanna, de Côja.

10º Aniversário Confraria do Bucho na Casa da Co

Buchos...

10º Aniversário Confraria do Bucho na Casa da Co

10º Aniversário Confraria do Bucho na Casa da Co

10º Aniversário Confraria do Bucho na Casa da Co

10º Aniversário Confraria do Bucho na Casa da Co

10º Aniversário Confraria do Bucho na Casa da Co

10º Aniversário Confraria do Bucho na Casa da Co

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10º Aniversário Confraria do Bucho na Casa da Co

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Um queijo de excelência da Quinta do Carapinhal de S. Martinho da Cortiça.

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Vinhos Casa da Carvalha, um excelente vinho que só se encontra em lojas gourmet, ou no produtor.  

10º Aniversário Confraria do Bucho na Casa da Co

A presença da "marca Portugal com paixão".

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Confrades...

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À conversa...

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Dra Célia e Dr. Miguel Ventura.

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Um aspecto do Salão da Casa da Comarca de Arganil.

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A dinâmica Confrade, Carla Brito.

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Dra Rita Andrade Rocha, produtora do vinho Quinta da Carvalha.

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Ernesto Santos, do Balcão do Marquês, e vice-presidente da AHRESP, emocionado usa da palavra.

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Dr. Miguel Ventura.

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O responsável da marca "Portugal com paixão", António Franco...

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...entrega ao Presidente da Casa da Comarca de Arganil, uma das boxes " Arganil com paixão"

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...e no seu interior...uma t-shirt...

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...Arganil é mesmo uma paixão!!!

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A Mordomo-Mor, Dra Fernanda Maria, exibe também a sua box...

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Portugal com paixão e Arganil com paixão...

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Sr. Salvador Nunes com Rosário Pimentel e Fernanda Carvalho.

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Boa disposição...

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À conversa...

Confraria do Bucho na Casa da Comarca de arganil

A confrade Laurinha à conversa com Ana Neves (Anita) do Soito da Ruiva.

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Até se dança...

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Irmãos Travassos

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É preciso anotar: fim de semana 27 a 29 de Maio é em Arganil...

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E o grupo de concertinas da Casa da Comarca de Arganil, estava lá...

E onde há arganilenses há alegria...

 

 

 

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publicado por rouxinoldepomares às 15:25
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Sábado, 16 de Abril de 2016

Orçamento Participativo - Agualva e Mira-Sintra

Orçamento Participativo da Junta Freguesia de Agu

Qualquer semelhança com o que eu conheço de outras realidades é pura ficção. Ou melhor, há uma distância galáctica.
Ontem assisti à sessão do Orçamento Participativo na Junta de Freguesia de Agualva e Mira Sintra, onde foram apresentados pelos proponentes 18 projectos, desde dança, talentos, passando pelo património histórico, de requalificação de espaços públicos, de pequenas obras escolares, da cultura, da intervenção e apoio social, da agricultura biológica e permacultura, e até à street art, que irão ser sujeitos a votação que se iniciará na segunda feira.
O Orçamento Participativo é um instrumento democrático que ajuda a definir prioridades da freguesia, e pode ser apresentado pelos cidadãos, ou grupo de cidadãos, residentes na freguesia, ou associações sem fins lucrativos. Possibilita ainda, que todos os cidadãos possam participar em igualdade de condições na tomada de decisões e na gestão de recursos. Para isso é destinada uma verba, que tem regras, entre as quais 60% do valor é destinado a projectos na área de apoio social, da cultura, de infra-estruturas ou do desporto, e 40% para projectos destinados à juventude e escolas. O Orçamento Participativo, é uma forma também de incentivar a participação na gestão publica, tendo em atenção especial os jovens, que tive a oportunidade de constactar pela participação destes na apresentação de alguns projectos.

Deixo aqui algumas imagens com a consciência que isto é uma forma democrática, aberta e transparente, na gestão dos recursos e dinheiros públicos, e uma excelente forma de ouvir os cidadãos e tornar o poder politico mais perto das pessoas. Gostei de assistir, e acredito que a nossa cidade só tem a ganhar. Parabéns para a Junta de Freguesia, na pessoa do seu Presidente, Arqº Carlos Casimiro, a quem se devem estas excelentes iniciativas.

Orçamento Participativo da Junta Freguesia de Agu

Orçamento Participativo da Junta Freguesia de Agu

Orçamento Participativo da Junta Freguesia de Agu

Orçamento Participativo da Junta Freguesia de Agu

Orçamento Participativo da Junta Freguesia de Agu

Orçamento Participativo da Junta Freguesia de Agu

Orçamento Participativo da Junta Freguesia de Agu

Orçamento Participativo da Junta Freguesia de Agu

Orçamento Participativo da Junta Freguesia de Agu

Orçamento Participativo da Junta Freguesia de Agu

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Orçamento Participativo da Junta Freguesia de Agu

Orçamento Participativo da Junta Freguesia de Agu

Orçamento Participativo da Junta Freguesia de Agu

 

 

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Quarta-feira, 13 de Abril de 2016

Loja do Cidadão em Agualva-Cacém

Inauguração da Loja do Cidadão de Agualva-Cacé

Hoje foi um dia grande para quem vive na "Linha de Sintra", que, para além de ver o metropolitano chegar à Reboleira, e permitir o "transfer" com a "nossa"  linha da CP possibilitando chegar à baixa lisboeta em pouco mais de quinze minutos, foi também inaugurada a Loja do Cidadão de Agualva- Cacém, dotando a nossa cidade de uma mais valia que reúne num ponto só a prestação de serviços públicos, agregando no mesmo espaço entidades publicas e privadas.

Inauguração da Loja do Cidadão de Agualva-Cacé

A inauguração teve a presença do Primeiro Ministro, Dr. António Costa, para além de inúmeras entidades do governo e da autarquia, nomeadamente, e como é obvio, o Dr. Basílio Horta, Presidente da Câmara de Sintra.

Inauguração da Loja do Cidadão de Agualva-Cacé

O Primeiro Ministro, Dr. António Costa e o Dr. Basílio Horta, Presidente da Câmara Municipal de Sintra, estão de parabéns.

Inauguração da Loja do Cidadão de Agualva-Cacé

Como viria a referir o Dr. Basílio Horta na sua intervenção, agradeceu a expressiva presença de muitas centenas de pessoas nesta inauguração, mesmo sendo um dia de semana. 

Inauguração da Loja do Cidadão de Agualva-Cacé

E porque hoje também era " o dia do beijo", o Primeiro Ministro, António Costa, não se cansou de distribuir beijos a dezenas de senhoras que o abordaram, e muitos afectos a muita gente que efusivamente o cumprimentava. Isto é a parte que não se vê nas televisões...

Inauguração da Loja do Cidadão de Agualva-Cacé

Mas, vamos recuar um pouco, para vos mostrar cronologicamente os acontecimentos.

Muito antes da hora, centenas de pessoas aguardavam a chegada das entidades oficiais, e também algumas personalidades do governo e do gabinete do PM, bem como da autarquia sintrense, já marcavam presença...

Inauguração da Loja do Cidadão de Agualva-Cacé

...e ainda outras entidades da nossa cidade.

Inauguração da Loja do Cidadão de Agualva-Cacé

A chegada do Primeiro Ministro, Dr. António Costa.

Inauguração da Loja do Cidadão de Agualva-Cacé

Cumprimentando o Vice-Presidente da Câmara Municipal de Sintra, Dr. Rui Pereira.

Inauguração da Loja do Cidadão de Agualva-Cacé

Cumprimentando a Ministra da Presidência e da Modernização Administrativa, Dra. Maria Manuel Leitão Marques, (Professora Catedrática da Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra) 

Inauguração da Loja do Cidadão de Agualva-Cacé

E esta Sra. diz, depois de cumprimentar efusivamente o Dr. António Costa, "já fui sua apoiante, quando foi candidato à Câmara Municipal de Loures".

Inauguração da Loja do Cidadão de Agualva-Cacé

Um "banho de multidão", a parte que as televisões não têm tempo para mostrar. Na foto, em primeiro plano, o "meu" Presidente de Junta, Arqº Carlos Casimiro,  a cumprimentar o Dr. António Costa.

Inauguração da Loja do Cidadão de Agualva-Cacé

Cumprimentando o povo.

Inauguração da Loja do Cidadão de Agualva-Cacé

Idem...

Inauguração da Loja do Cidadão de Agualva-Cacé

Idem...

Inauguração da Loja do Cidadão de Agualva-Cacé

Não vi barreiras, nem constrangimentos. Isto é outra forma de governar... para arrelia de muitos "pafpianos", a geringonça está a andar, e bem...

Inauguração da Loja do Cidadão de Agualva-Cacé

Nas instalações da Loja do Cidadão havia limitação de espaço à captação de imagens...

Inauguração da Loja do Cidadão de Agualva-Cacé

Intervenção do Dr. Basílio Horta, Presidente da Câmara Municipal de Sintra.

Inauguração da Loja do Cidadão de Agualva-Cacé

Intervenção da Ministra da Presidência e da Modernização Administrativa, Dra. Maria Manuel Leitão Marques.

Inauguração da Loja do Cidadão de Agualva-Cacé

Intervenção do Primeiro Ministro, Dr. António Costa.

Inauguração da Loja do Cidadão de Agualva-Cacé

Dr. Basílio Horta, ouvindo o Dr. António Costa.

Inauguração da Loja do Cidadão de Agualva-Cacé

Aspecto da cerimónia.

Inauguração da Loja do Cidadão de Agualva-Cacé

O Primeiro Ministro, cumprimenta o seu Presidente de Câmara, porque o Dr. António Costa  tem residência em Sintra.

Inauguração da Loja do Cidadão de Agualva-Cacé

E assim está terminada a cerimónia...

Inauguração da Loja do Cidadão de Agualva-Cacé

Temos Loja do Cidadão na cidade de Agualva-Cacém. Obrigado!

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publicado por rouxinoldepomares às 23:45
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Domingo, 10 de Abril de 2016

Festa Regionalista na Casa da Comarca de Arganil

Casa da Comarca de Arganil - Festa do Rancho Folcl

A festa é do Rancho Folclórico da Ribeira de Celavisa, que representa e tem a sua sede na Casa da Comarca de Arganil, que todos os anos festeja a sua fundação que já soma mais de três décadas. E isto, por si só, é motivo para dar uma saltada à Rua da Fé, porque para além do espectáculo que reuniu o rancho residente, também teve a participação de outro grande rancho da minha Freguesia de Pomares, o Grupo Etnográfico Raízes de Sobral Gordo, motivo mais que suficiente para ver e conviver com gente da minha terra e da minha região. É isto que vos vou mostrar através da minha objectiva, que tem sempre estado ao serviço desta causa regionalista, um movimento de cariz único no concelho de Arganil e Serra do Açor, e que tão bem é representado em Lisboa pela Casa da Comarca de Arganil, que nos deve merecer todo o apoio e carinho pelo que representa: nós os Beirões, teimosos e cabeçudos beirões, como nos descreveu Miguel Torga.   

Casa da Comarca de Arganil - Festa do Rancho Folcl

Para além de muita gente da nossa freguesia, da Barrôja, Sobral Magro, Sorgaçosa, e outros que integram o rancho residente, que vamos ver adiante, presentes também, algumas caras conhecidas e ligadas ao movimento regionalista e ao Soito da Ruiva e o seu Grupo de Danças e Cantares de Soito da Ruiva, outro grande rancho da nossa freguesia.

Casa da Comarca de Arganil - Festa do Rancho Folcl

O casal Isabel e João Basílio na assistência, a assistir à estreia do irmão e cunhada no Rancho Folclorico da Ribeira de Celavisa.

Casa da Comarca de Arganil - Festa do Rancho Folcl

E quem disse que o folclore é para velhos?
Então vamos ver muitos jovens que nos proporcionaram uma excelente noite de festa.

Casa da Comarca de Arganil - Festa do Rancho Folcl

A noite iniciou-se com um baile abrilhantado pelo acordeonista Gonçalo Barata, e contou no final da actuação dos Ranchos Folclóricos com artistas conhecidos da nossa "praça"; Micaela, Sérgio Rossi, Melão, Ricardo e Henrique e Nuno Miguel.

Casa da Comarca de Arganil - Festa do Rancho Folcl

E porque a festa é deles, e nossa, vamos ver mais de 70 fotos...divirtam-se e estejam atentos aos eventos da Casa da Comarca de Arganil.

Casa da Comarca de Arganil - Festa do Rancho Folcl

Casa da Comarca de Arganil - Festa do Rancho Folcl

Casa da Comarca de Arganil - Festa do Rancho Folcl

Casa da Comarca de Arganil - Festa do Rancho Folcl

Casa da Comarca de Arganil - Festa do Rancho Folcl

Casa da Comarca de Arganil - Festa do Rancho Folcl

Casa da Comarca de Arganil - Festa do Rancho Folcl

Casa da Comarca de Arganil - Festa do Rancho Folcl

Casa da Comarca de Arganil - Festa do Rancho Folcl

Casa da Comarca de Arganil - Festa do Rancho Folcl

Casa da Comarca de Arganil - Festa do Rancho Folcl

Casa da Comarca de Arganil - Festa do Rancho Folcl

Casa da Comarca de Arganil - Festa do Rancho Folcl

Casa da Comarca de Arganil - Festa do Rancho Folcl

Apresentação de estreantes...dos mais pequeninos, aos mais velhos.

Casa da Comarca de Arganil - Festa do Rancho Folcl

De Pomares, e como estreante, Alfredo Basílio...

Casa da Comarca de Arganil - Festa do Rancho Folcl

 ...e ainda a sua esposa, Aida Basílio.

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Outro estreante...

 

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Ainda outro(a)...

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E mais outro...

Casa da Comarca de Arganil - Festa do Rancho Folcl

 E outro ainda...

Casa da Comarca de Arganil - Festa do Rancho Folcl

Uma figura conhecida e bem disposta do Rancho Folclórico da Ribeira de Celavisa e da direcção da Casa da Comarca de Arganil, Armindo Ladeira.

Casa da Comarca de Arganil - Festa do Rancho Folcl

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Uma super e bonita voz: Fernanda Neves.

Casa da Comarca de Arganil - Festa do Rancho Folcl

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Casa da Comarca de Arganil - Festa do Rancho Folcl

O final da actuação do Rancho Folclórico Ribeira da Celavisa.

Casa da Comarca de Arganil - Festa do Rancho Folcl

 A entrada no salão do Grupo Etnográfico Raízes de Sobral Gordo.

Casa da Comarca de Arganil - Festa do Rancho Folcl

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Casa da Comarca de Arganil - Festa do Rancho Folcl

Casa da Comarca de Arganil - Festa do Rancho Folcl

 

Casa da Comarca de Arganil - Festa do Rancho Folcl

Casa da Comarca de Arganil - Festa do Rancho Folcl

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Casa da Comarca de Arganil - Festa do Rancho Folcl

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Uma pequena nota sobre esta bela fotografia, etnograficamente magnifica; também eu que tenho raízes no Sobral Gordo, ainda conservo a minha cesta/berço, que foi feita pelo meu bisavô sobralgordense para a minha mãe, e serviu para mim.   

Casa da Comarca de Arganil - Festa do Rancho Folcl

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Casa da Comarca de Arganil - Festa do Rancho Folcl

Casa da Comarca de Arganil - Festa do Rancho Folcl

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A incansável Odete Francisco, a líder do Grupo e figura incontornável do movimento regionalista da nossa freguesia.

Casa da Comarca de Arganil - Festa do Rancho Folcl

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A ínter-acção dos dois Ranchos.

Casa da Comarca de Arganil - Festa do Rancho Folcl

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Casa da Comarca de Arganil - Festa do Rancho Folcl

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Casa da Comarca de Arganil - Festa do Rancho Folcl

Casa da Comarca de Arganil - Festa do Rancho Folcl

A saída do Grupo Etnográfico Raízes de Sobral Gordo...

Casa da Comarca de Arganil - Festa do Rancho Folcl

Seguiu-se o leilão.

Casa da Comarca

 E siga a música pela noite dentro.

Os videos:

 

 

 

 

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publicado por rouxinoldepomares às 22:40
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