Centro de Agualva, um império de betão!
Agualva e um Polis por acabar!
IC 19 em hora muito calma...
IC 19 em dia cinzento e calmo...
O grande transporte...
Amadora, centro. Uma outra grande urbe...aqui mesmo ao lado!
O Fontanheiro ao Soito da Sernada, um ex-libris de Pomares, que tem sido votado ao abandono nestes últimos anos, e que independentemente de ter sido calcetado nesta febre eleitoralista, não deixa de ser um espaço à espera da merecida requalificação.

O "Povo" visto do Soito da Sernada.

Chovia que deus a dava como é comum dizer-se, ou uma pequena tromba de água como agora se diz, e que já se tornou sinónimo de chuva em abundância localizada.
Cada vez é mais alcatrão, mais betão, cada vez se impermeabilizam mais os solos, enquanto que os riachos e os ribeiros são os mesmos, espartilhados entre betão, que cada centímetro de terra aqui é ouro, e se for em zona acessível e "nobre" tanto maior é a vilanagem. Cada vez que chove mais um pouco, as garagens e as lojas é que sofrem, que é como quem diz os proprietários, e isto tudo numa parte alta cá do burgo. Autorizar a construção de prédios com garagem na cave junto a um ribeiro e abaixo da quota da margem, não lembra a nenhum "inginheiro". Mas os bombeiros, eficazes como sempre, ora aí estão, com trabalho redobrado a acudir a muitas aflições. A grande urbe não pára, é uma máquina demasiado gigantesca para sucumbir a uma chuvada mais forte. Foi assim ontem, aqui, em Agualva-Sintra.
O trabalho dos bombeiros não teve mãos a medir!...
Algumas vozes dizem que a situação se agravou desde que os novos viadutos da A16 junto do Bairro da Anta drenam todos para este ribeirito. Se for assim!...

Avenida dos Bons Amigos, a artéria mais movimentada cá do burgo.
A cidade não pára!

Ribeira de Pomares (zona da praia fluvial).
Soito da Sernada
Parque Infantil
Parque de campismo.
Enquanto decorria a "febre betuminosa", os "miúdos" mais pequenos da nossa escola não tinham instalações sanitárias próprias para fazerem o seu xixizinho, e segundo se consta há uma "catrefa" de tempo.
Parece que as obras vão estar concluídas esta semana.
A ordem de prioridades na nossa terra nem sempre tem a lógica e o bom senso de outras terras. Nós compreendemos porquê!
Nem faria sentido se no dia de S. Martinho nós não provássemos o vinho, nem comêssemos castanhas numa adega.
A seguir à frebre betuminosa...logo, logo, a seguir é isto!
Faz hoje um mês que foi escolhida a equipa que vai governar a freguesia nos próximos quatro anos. Curiosamente, a mesma dos últimos quatro e de há muitos anos atrás. As remodelações e as mais valias apregoadas não terão qualquer significado, como teremos a oportunidade de ver.
Na semana que antecedeu o acto eleitoral era um frenesi de maquinaria, uma pandemia betuminosa que invadiu Pomares, não para resolver estruturalmente as vias, mas de uma forma cirúrgica e descarada de caça ao voto. Aqui está um exemplo, em que só foi alcatroada a curva, e mesmo assim, os trabalhos tardam em estar acabados. Sem sinalização adequada numa curva fechada eis um "buraco" que só há muito poucos dias está delimitado pelas fitas, o que acho insuficiente em matéria de segurança rodoviária. A febre betuminosa eleitoral tem destas coisas!...
Uma curva fechada, estreita, sem visibilidade e sem sinalização devida. Será que aqui não se pagam impostos? Porque devemos ser tratados de maneira diferente?
Ah! Já me esquecia que isto não é a tal auto-estrada, é um caminho onde passam automóveis e camiões. Sinalização para quê? É Pomares, concelho de Arganil, uma aldeia que vai perdendo população ano após ano.
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