Recordam-se da polémica que geraram os "post's" sobre esta entrada de Pomares? Não me irei repetir, apenas assinalar que as fitas a impedir o livre acesso de usufruir dos bancos e do relvado, foram retiradas já na segunda quinzena de Agosto. Quase em fim de período de férias!
Não tem passado despercebido que nos últimos tempos os investimentos públicos realizados em Pomares e na freguesia não são alheios à acção deste pequeno blog. Regozijo-me que assim seja, porque Pomares só tem a ganhar!
Em 27 de Maio, aqui no blog, alertámos para a falta da placa a indicar Pomares no entroncamento da ponte sobre a ribeira de Pomares, em Avô. Passados que são três meses e com a época balnear e de férias a terminar tudo está na mesma. Quem pretenda dirigir-se a Pomares e que venha das Vendas de Galizes, provavelmente a maioria dos visitantes, ao chegar a Avô fica sem qualquer informação quanto ao rumo a tomar. A questão está apenas no seguinte: em tempos existiu essa placa; agora não existe porquê?
Casarias...à noite!
Logo a seguir à Sorgaçosa e na mesma encosta situa-se a povoação das Casarias, bem perto do limite territorial da nossa freguesia, pertencendo no entanto ao mesmo concelho e fazendo parte da freguesia da Moura da Serra. Pela proximidade e costumes é-nos familiar e aconselho a quem lá passar a beber um pouco desta água fresca. Fotografia captada à noite com a iluminação típica das festas da aldeia.
É um dado adquirido que em Agosto a população aumenta consideravelmente. É também um dado adquirido que a nossa terra tem potencialidades turísticas que não estão totalmente aproveitadas. Em Agosto o ritmo é frenético e contrasta com a tranquilidade dos outros meses. Em Agosto a noite ganha mais vida e os automóveis conquistam as ruas.
Subi em grupo e fui ver o nascer do Sol. Três horas e meia mais ou menos de caminhada. Já não me recordo muito bem. Já passaram 38 anos. Muito tempo!
Hoje regressei lá, não em grupo, apenas acompanhado pela minha máquina fotográfica e pelo meu Nissan Patrol, companheiro de aventuras e auxiliar precioso que me encurtou a distância para menos de 30 minutos.
Assistir ao nascer do Sol no Monte do Colcurinho, sozinho, sem nada a perturbar a concentração; sentir o pulsar de um novo dia, sentir a natureza, sentir os ventos, os cheiros, a luz, é provavelmente uma das coisas a não perder. Ver a paisagem como se viajássemos de avião, estar acima das nuvens e observar uma paisagem que se assemelha a um misto de mar e ártico é uma experiencia única. Experimente você também!
PS: As minhas desculpas por não ter "postado" à hora habitual, é que um homem não é de ferro e um Rouxinol muito menos, mas penso que valeu a pena.
Em Agosto as nossas povoações serranas enchem-se de luz, cor e alegria. São as festas e o regresso dos filhos e amigos que enchem de vida estas terras de gente envelhecida que espera um novo ano. Em Agosto tudo é diferente, Agosto tem os seus encantos, os seus amores, os seus reencontros.
Terminando a ronda pelas festas da freguesia, deixo-vos um clip do Sobral Magro, captado á noite e em dia de festa.
É o Meu Querido Mês de Agosto!
Tivemos o privilégio de assistir a um bocadinho da festa no Vale do Torno, a Aldeia Jardim como também é conhecida, e testemunhámos mais uma vez a forma simpática com que o Grupo de Danças e Cantares do Soito da Ruiva se entrega na divulgação dos nossos usos e costumes, das nossas canções e das nossas danças, e é ver mais uma vez a participação do público a dançar "O Fado". São momentos destes que enchem de alegria a nossa Serra.
Perto de nós está Anseriz, que este fim de semana tem os seus festejos anuais e que se anunciam pelo ecoar da música que se ouve ao longe. E perto de nós também está Aldeia das Dez que tal como Anseriz tem os seus festejos também anuais. São ambas freguesias vizinhas; a primeira do nosso concelho e a segunda do concelho vizinho de Oliveira do Hospital. Mas o mais importante são as pessoas e essas tem a mesma essência, são beirões.
De cada uma destas belas aldeias deixo três fotografias, com vontade de lá voltar brevemente.
Quem entra em Aldeia das Dez, depara-se com esta paisagem, onde a torre sineira da Igreja se eleva e sobressai do casario.
Já não estamos no reino do xisto, tão comum nas aldeias da nossa freguesia e do alto concelho de Arganil. Aqui é bem visivel a imponência do granito e é ainda perceptível a arte de o trabalhar. De louvar a manutenção do empedrado típico das ruas. São ainda visiveis casas com a traça típica e bem portuguesa da nossa região a merecerem que alguém olhe para elas com vontade de as recuperar. Voltarei a Aldeia das Dez, para falar entre outras coisas de uma curiosa construção a que dão o nome de "A Obra".
Hoje subi ao Sobral Magro, e assisti à actuação do Grupo Etnográfico Raízes do Sobral Gordo e como sempre dançou e encantou. Mas este fim de semana para além do Sobral Magro também está em festa o Vale do Torno. Fora de portas que é como quem diz fora da nossa freguesia estão Anseriz, do nosso concelho e Aldeia das Dez do concelho vizinho, mas cuja proximidade é tão grande e os laços familiares tão fortes que não podia deixar de as referir.
É quase impossivel não me repetir, mas falar e mostrar novamente o fontanário no Largo da Sociedade de Melhoramentos de Pomares que é um dos ex-libris da nossa terra e uma das coisas que considero do melhor que temos para mostrar, não só pela sua beleza, mas também pela sua água, constitui o perdão para esta repetição. Volto aqui pela água que corre das suas bicas em quantidade abaixo do que seria expectável para este ano. Será que a água "anda" desviada? Quem souber que diga...
Há algum tempo, talvez um mês, observo que os carvalhos, penso que das especies, Quercus Faginea e Quercus Robur, ou seja, carvalho lusitano e carvalho vermelho, que se situam entre Avô e Pomares apresentam uma cor outonal e a folhagem a cair prematuramente. Este fenómeno só o tenho observado na área referida; em todos os outros locais das redondezas não apresentam este aspecto que contrasta com a restante vegetação e as outras espécies.
Deixo aqui alguns registos fotográficos conseguidos estes dias onde é bem visivel que estas árvores do género Quercus, sofrem de alguma doença, ou algo as está a afectar. O que será?
Quem de direito que nos diga e nos sossegue:
- O que já foi feito?
- Qual o problema das árvores?
Com um almoço, servido no pavilhão, a Sociedade de Melhoramentos encerrou os festejos de verão no Domingo passado.
Para finalizar e após o almoço, assistimos a uma exibição do Grupo Etnográfico Raízes do Sobral Gordo, cujo desempenho foi ao nível do que estamos já habituados; pena que a Sociedade não tenha providenciado um sistema sonoro que permitisse a todos os presentes ouvir mínimamente em condições a actuação deste grupo, até porque é sabido da má acustica do pavilhão e era bem vísivel o esforço do Grupo para cantar e tocar.
Nesta última foto, pode ver-se a interacção do grupo com os espectadores. Já o tenho dito e correndo o risco de me repetir, digo que só é possivel esta situação com a "prata da casa" . Um momento bonito e sempre apreciado.
Seria uma falsa modéstia, ignorar ou não fazer referência ao facto do Grupo ter dedicado uma "moda" ao Rouxinol de Pomares, intitulada "O Melro", a exemplo do que sucedeu também no Sobral Gordo. Aqui ficam os meus aplausos pela interpretação e sinto-me honrado pelo privilegio que constituíram esses actos. O meu obrigado amigos.
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