Este Sábado, mais uma vez, o Sobral Magro levou a efeito um convívio organizado pela sua Comissão de Melhoramentos, conforme noticiámos aqui .
A boa disposição é evidente pela cara da nossa amiga Lourdes Martinho que de garfo em punho vai tratando das bifanas e onde não faltou um pezinho de dança ao som dos Bota Vinho.
O Grupo Etnográfico Raízes de Sobral Gordo, esteve ontem e vai estar hoje, Domingo, na V Feira de Gastronomia de Barril de Alva, onde actuará por volta das 17h00.
O evento terá lugar no Clube Recreativo do Feijó, Almada, onde poderão apreciar a gastronomia e o artesanato da nossa região.
O Grupo Etnográfico Raízes de Sobral Gordo, para além de actuar, também está presente com uma banca, onde não faltará o mel, o azeite, a aguardente, os coscoréis, entre outros produtos típicos da nossa região.
PS: Aproveitando a "boleia" do post, endereço daqui as maires felicidades para o evento, com um forte abraço para o Grupo Etnográfico Raízes de Sobral Gordo, um beijinho para a Odete e também um forte abraço para o amigo Toneca do Barril de Alva.
À força motriz da água, lá vai rodando a roda e de tanto rodar sabe os segredos do bom azeite.
...nada melhor do que passar ali pelo Café, agora com novo visual, e beber uma "bica" servida pelo amigo Henrique, sempre com a sua habitual boa disposição.
E, como é costume cá da terra afixar avisos e outros eventos de interesse público nas vidraças dos estabelecimentos, cabe agora ao Rouxinol de Pomares, para não fugir à regra, divulgar o seguinte:
"Se os comentários não aparecerem on-line, como é norma, não se trata de problema técnico, nem de censura. Estarão visíveis no próximo Sábado, data em que o blog voltará à normalidade. Muito obrigados. O Rouxinol de Pomares"
Na nossa Ribeira de Pomares, ainda é possível observar, bem perto de nós a Garça Real (Ardea cinerea).
É uma ave de grande dimensão, robusta e majestosa. É uma espécie protegida.
É a maior das garças e encontra-se em habitats de água doce pouco profunda, com árvores nas margens, preferindo zonas de margens pouco inclinadas e sem vegetação densa.
Alimenta-se de peixe, anfíbios, pequenos mamíferos, repteis, insectos, minhocas e outras aves. Caminha lentamente nas águas pouco profundas. Quando vê o seu alvo, permanece completamente imóvel, até desferir o golpe fatal. Estas aves são sedentárias e a sua principal ameaça é a destruição do habitat e a perseguição humana.
Com este post, pretendo dar por terminada a série "Instantâneos", deixando-vos com a estrada que nos leva e que nos traz de regresso.

A própria foto, sugere o nome desta série que se pretende iniciar agora; "Memórias".
Tenho-me apercebido, que as fotografias antigas e com pessoas são bastante apreciadas, até com gente que já nos deixou; mexe com as nossas memórias.
Nesta série, para a qual espero obter ajuda em material fotográfico, pretendo de uma forma simples, prestar uma pequena homenagem a todos aqueles que já faleceram. É um pequeno gesto de lhes perpectuar a memória.
Não me foi possível apurar com exactidão em que ano e circunstâncias esta foto foi tirada, (inauguração da luz electrica em Pomares?). Também não me foi possível identificar todas as pessoas. Tenho expectativas de que apareçam as respostas a estas dúvidas nos comentários.
Esta foto, representa um dos momentos de ouro dos Rouxinois de Pomares e dos Pomarenses. Nome querido pelo povo de Pomares e que à época marcou culturalmente a nossa freguesia e as povoações vizinhas. Nome que também me serviu de inspiração para o Blog, porque é um nome que perdura no coração dos Pomarenses.
Da esquerda para a direita e em sentido descendente:
António Campos; Victor Fernandes; Victor Mendes; Mário Castanheira; ?; Aurélio Dinis; Fernando Marques, falecido; Ernesto Santos; Gracinda Carolina, avó do Henrique do café, falecida; ?, mãe da Fernanda do Zé Moço, falecida; António da Costa,?; tio do António Campos, ?; esposa do Serafim Bernardo de Avô, falecida; mãe do Serafim Bernardo, falecida; Ti Maria do Ribeiro, falecida; José Simões, falecido; Alberto Campos, falecido; Joaquim Pássaro, falecido; ?; Lurdes, empregada da D. Aurora; ?; ?; Odete Fernades, falecida, ainda jovem; Odete Firmino; Ilda Gonçalves; Fernanda Faustino; Zulmira; Teresa Marques; Maria Casimira, mulher do coveiro, falecida; Clotilde Marques; Adelina Campos; Aida Fernandes; Ilda Costa; Lurdes Costa; Tia Brízida, falecida; Ti Furriel, falecido; Balbina, Alfredo Basílio; Alice Carvalho; António Castanheira; Eduarda Conda; Margarida Carvalho; Ti António Moleiro, falecido; Adelina; Américo Salvador, falecido; José nascimento, falecido.
Esta juventude de outrora, apoiada pelos mais velhos, e numa demonstração de união, cantavam:
Hino dos Rouxinóis de Pomares
Foi em dezasseis de Setembro
De mil nove e quarenta e cinco
Que o nosso Jazz fundámos
Por tantos males cansados
Hoje trazemos a fama
Da terra que tanto amamos
Refrão:
Não há mais alegre
nem mais divertido
Com suas lindas cantigas
Soltam aos ares
Em qualquer lugar
De noite ou de dia
Com o Jazz os Rouxinois
Cá de Pomares
Em qualquer vila ou aldeia
O nosso Jazz lá está
Nas festa e romarias
Os rapazes e as moçoilas
Andam alegres cantando
Não escondem alegrias
Refrão:
Não há mais alegre...
A Direcção da Comissão de Melhoramentos de Sobral Magro vai realizar um convívio, no próximo dia 29 de Novembro, em Sobral Magro.
É com satisfação que transcrevo a informação que recebi da nossa amiga Lourdes Martinho.
Quase, quase me esquecia que hoje se comemora o dia da floresta autóctone; a nossa floresta, em que na zona tem o seu expoente máximo na Mata da Margaraça. Fui lembrado por um comentário aqui no blog.
O termo autóctone é sinónimo de indígena, isto é, diz respeito a seres vivos originários do próprio território onde habitam.
As florestas desempenham importantes serviços ecossistémicos, como a produção de alimento, cortiça, protecção do solo, regulação dos ciclos de água etc.
As espécies autóctones, estão mais adaptadas ás condições climáticas do território, sendo mais resitentes a pragas, doenças e a períodos longos de estio e chuvas intensas, em comparação com as espécies introduzidas.
A foto do topo, é um sobreiro na Sorgaçosa, vergado aos ventos e ao peso dos anos; o sobreiro é uma espécie que se encontra com alguma frequência na Serra do Açor. A foto em formato mais reduzido é na Mata da Margaraça e a foto de baixo é uma das poucas áreas do que resta da floresta autóctone em Pomares.
Proteja a floresta.
Sorgaçosa, em final de tarde, onde se sentem os cheiros de Outono e se escutam os sons da natureza.
Foi com este recanto na actualidade que dei inicio a uma pequena série a que chamo, Recantos da Minha Terra. Hoje, do meu pequeníssimo espólio fotográfico, fui lá buscar esta foto. A pessoa que está em cima do muro, era na altura um jovem de 20 anos, infelizmente, já não está entre nós. É o meu pai. Este recanto da minha terra era assim há 52 anos.
Para consultar o post relacionado:
http://rouxinoldepomares.blogs.sapo.pt/133491.html
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