Já me tinha chegado a informação, mas ainda não tinha tido a oportunidade de ver com os próprios olhos. Sim, há coisas que temos que ser como S. Tomé, ver para crer!
O Outeiro passou a ser o bairro de Pomares com mais iluminação. Fico contente por quem lá vive, e se agora têm iluminação qb, longos foram os anos votados ao esquecimento.
Curiosamente, em Janeiro pp, abordei aqui, embora superficialmente, o tema da iluminação pública em Pomares, e aí manifestei a minha opinião de que me parecia que a iluminação não seria a suficiente. Logo se levantaram vozes dizendo o contrário...
Hoje, ao ver o Outeiro assim, com uma iluminação amarelada, anti-nevoeiro, tipo Gramaça, percebi que estávamos em ano de eleições autárquicas, e, o que espero, é que os restantes bairros de Pomares, a Portelinha, o Torrão, as Casas Cimeiras, o Tinte, e até o Povo, para não falar das restantes povoações da freguesia, não tenham de esperar por eleições.
Moura da Serra. Já por várias vezes lhe fiz referência e não me enfado de a fotografar, até porque faz parte do meu itinerário de eleição, a Serra do Açor. É sede de freguesia desde 1962 e pertence ao concelho de Arganil, tal como Pomares, com o qual confronta a norte. Antes de ser freguesia, pertencia à freguesia de Avô e ao concelho de Oliveira do Hospital.
É aqui bem perto desta localidade que nasce o Ribeiro da Moura, que irá dar origem à Ribeira de Pomares, pelo que também é designada por Rio Moura, e de acordo com alguns autores o seu nome oficial.
Deixando os temas "universais" até outra oportunidade, vamos voltar à rotina, ou seja, à nossa santa terrinha...
Pomares, ora aí está!
Há 35 anos, o dia seguinte era já um novo Portugal, um Portugal de esperança e de sonhos...
Hoje fui à minha mala de cartão que serve de depósito de memórias, e reli alguma imprensa da época. O extinto jornal A Capital apresentava esta página neste dia, e custava na altura 2$50, o equivalente a pouco mais de um centimo do euro.
Em vez de balas, flores, cravos vermelhos por todo o lado, significando o renascer da vida e a mudança.
VIVA O 25 DE ABRIL
Parto á descoberta das margens do Alva, e num pequeno açude, lá estão as poldras; e aquilo que os nossos antepassados faziam de forma natural para atravessar o rio sem molhar os pés, hoje, só o fazemos com poses mais ou menos acrobáticas, com adrenalina q.b. e sem a garantia de chegarmos enxutos à outra margem.
Desabitado, apenas se mantém "viva" a capela de Santo Antão. O Colcurinho, é um lugar antigo e perto de Chão Sobral de que dista umas centenas de metros e situa-se na encosta norte do Monte do Colcurinho, o mesmo Monte que avistamos de Pomares. É assim a nossa Serra do Açor e os seus lugares mágicos.
Naquele tempo, Pomares mexia...
Promovido pela Sociedade de Melhoramentos de Pomares e realizado na Casa da Comarca de Arganil em Lisboa, no dia 4 de Abril de 1959, com a participação d' Os Rouxinois de Pomares, realizou-se um espectáculo teatral e de canto que ainda hoje é referência, passados que são 50 (cinquenta) anos. Foi um espectáculo da juventude de Pomares para a comunidade pomarense espalhada por Lisboa.
Atendendo às dificuldades da época e balizando com os recursos actuais, a diferença é abissal para os dias de hoje, em que pouco ou nada se faz para aproximar os pomarenses que estão espalhados por Lisboa, da sua terra de origem.
Aqui ficam alguns registos desse tempo, onde é possível ver as agora Senhoras Donas: Teresa Marques, Lurdes Alves da Costa, Lina Campos, Clotilde Marques, Lídia Sousa e Ilda Alves da Costa.
Um abraço com os meus agradecimentos ao amigo pomarense que me cedeu estas imagens.
Se a qualidade da água se mantiver, e tem todas as condições para isso, dada a ausência de industrias ou outras fontes poluidoras na zona e especialmente a montante da nossa Ribeira de Pomares, constitui um forte argumento e uma mais valia bastante favorável à nossa terra, face à qualidade da água das praias fluviais vizinhas. Para uma época balnear que se aproxima, a água é o bem mais precioso. E Pomares tem uma boa água. Para tomar banho e para beber, perto uma da outra.
PS: Passe o rato por cima da foto e agite...
A propósito de notícias nos "media" que dão conta que muitos portugueses já regressaram ao trabalho agrícola do minifúndio e das hortas perto de casa devido à crise, e até há zonas do país onde se esgotaram os stocks de semente de batata, veio-me à memória de como era "O Chão" antes do bairro da escola em Pomares. No entanto, os campos onde se podem ver pessoas a trabalhar ainda são os mesmos, mas já não se vêm as videiras e as estacas que os bordejavam, nem pessoas a trabalhar.
Provavelmente Portugal não será um país agrícola por excelência. Em tempos, já ouvi alguém defender que o país era essencialmente florestal. Não tenho conhecimentos que me permitam ter uma opinião sobre a matéria, mas há uma coisa que todos nós sabemos, Portugal podia produzir muito mais produtos agrícolas se "Bruxelas" tivesse uma política adequada à realidade global e à realidade de cada país.
O presidente do Fundo Internacional de Desenvolvimento Agrícola (FIDA), um organismo da ONU, defendeu hoje que é obrigatório duplicar a produção agrícola até 2050 para garantir a segurança alimentar no mundo, "...a agricultura é a chave para o crescimento económico dos países em desenvolvimento e a segurança alimentar um elemento-chave para a segurança internacional".
Há no blog pelo menos um "post" com este título "Aldeia das Dez", e não querendo utilizar outro, corro o risco de me repetir, porque Aldeia das Dez há só uma, e bem bonita por sinal.
Vista parcial de Aldeia das Dez, onde sobressai como em tantas outras terras do nosso país a cúpula da torre sineira da Igreja. Aqui impera o granito, visível em todas as casas da aldeia que contrastam com o xisto logo ao lado, cujo reino está na serra que se vislumbra logo atrás, a Serra do Açor.
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