Sexta-feira, 10 de Julho de 2009

Hoje Acordei Com Interrogações

Para quem já conhece, ainda bem, e pode rever. Para quem não conhece...que se interrogue!!! Não sei se os números apresentados na peça são verídicos ou não, mas que são preocupantes são... Lembrei-me disto, porque vi num supermercado, o frango a pouco mais de um euro. Será que o preço reflete o custo de produção? Que andamos nós a comer? E quem andamos a alimentar? É preciso pensar!

 

Sei que é "dose", mas vale a pena ver! Optei por esta versão em português do Brasil, por uma questão de simplicidade em termos visuais.

 

Fiquem bem.

BOM FIM-DE-SEMANA

 

 

 

sinto-me:
publicado por rouxinoldepomares às 21:12
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3 comentários:
De bcmantunes a 10 de Julho de 2009 às 22:50
Olá, amigo António Manuel,
Os meus cordiais cumprimentos.

Comentar um vídeo sobre esta temática é interessante mas seria preciso muito tempo e muitas palavras.
Vejamos as coisas pela rama. Ganância, e negócio a qualquer preço.
Potenciar e promover o consumismo.
O consumidor não pára para pensar! A par das embalagens dos produtos vêm mais não sei quantos sacos de plástico que descartamos com a maior das insensibilidades. Reduzir, Reutilizar, Reciclar. Os três R’s, de que muito se fala, ainda não entraram no espírito dos consumidores A data de expiração do produto é colocada exclusivamente para proteger o consumidor? A forma de apresentar os produtos em determinadas embalagens terá a ver com a quantidade de produto que o fabricante quer que se consuma de cada vez?
A nova forma de apresentação dos medicamentos parece-me um bom exemplo, como caminho a seguir para tudo!
O frango a um euro deve vir do mesmo sítio onde fazem as camisolas que rendem milhões, para pagar os valores astronómicos que são gastos com pessoas como o CR. Exploram-se crianças etc., etc.
Haverá sempre a presa e o predador. Neste caso, retirando o real sentido!
Quem compreenderá que um pacote de leite que custava há dias €0,60, custe agora € 0,39?
Se falarmos da ceifeira cuja foto, foi apresentada há dias comparando a sua produtividade e custos de produção, com as actuais, compreende-se… Não se pode atribuir a culpa apenas ao preço do petróleo. É a poder de sistemas robotizados que se consegue evitar custos de mão-de-obra.
Este tema não se esgota em meia dúzia de palavras, teríamos que falar na exploração até à exaustão. É o caso de galinhas poedeiras. Ovinos e outros animais que reproduzem duas vezes por ano, mais do que uma e duas crias. Quando não produzem ao máximo, saem imediatamente do sistema em que estiverem inseridos. Alimentar um animal que produz o mínimo, no lugar de um que produziria o máximo, é um desperdiço. Os frangos têm condições especiais de habitabilidade, têm dia e hora para atingirem mínimos e máximos para serem abatidos. No mínimo com x quilos, limpo, etc., etc.
Será que o custo reflecte o custo de produção? Boa pergunta! Fala-se nos subsídios que certos governos de alguns países dão aos produtores…
É pena que em Portugal não existam mais empresas transformadoras de resíduos em produtos químicos que possam servir saudavelmente as pretensões do homem.
Agradeço e retribuo, Bom fim-de-semana.
Caro amigo, António,
um abraço,
Belchior Madeira Antunes
De bcmantunes a 10 de Julho de 2009 às 23:39
Boa noite, amigo António,

Interrogações e mais interrogações…

O simples forno de pedra mostrado há poucos dias, comentado desde a produção até ao fabrico da broa já dá que pensar. Outrora a broa era feita apenas com produto tirado da terra, o milho, com poucos químicos a contribuírem para a sua produção.
Hoje compra-se a farinha que provavelmente virá dos States, ou do Canadá, etc.
Em Portugal, proíbem-nos de produzirmos. Há dias vi uma notícia, no mínimo curiosa. A Google, aluga bodes para cortarem (pastarem) a relva dos jardins que circundam a sede da empresa. Em vez de andarem os corta-relva a poluir e a consumir produtos derivados do petróleo. Mais curioso para mim, é que já pensei várias vezes nisso. Vejamos, antigamente havia gado pelos pinhais e pessoas a cortar o mato. Agora não há, nem uns nem outros! As pessoas não querem empregos desse tipo. O mato vai crescendo sem que haja algum factor que reponha o equilíbrio naturalmente, se assim se pode dizer, até que venha um incêndio. Se existissem rebanhos de caprinos, ou outra espécie, além de contribuírem para a manutenção das florestas, contribuiriam também para a produção de bens da cadeia alimentar, como a carne e o leite. Não terão as juntas de freguesia possibilidade de implementar a pastorícia uma vez que são gestoras dos baldios?
É apenas curiosidade! Mas é, ao mesmo tempo interessante e desafiante.
Está de parabéns a Google. Nem todos os processos deverão ser considerados retrógrados só porque se pensa que tudo deve ser extremamente mecanizado.
Caríssimo, até à próxima.
Um abraço,
Belchior Madeira Antunes
De bcmantunes a 11 de Julho de 2009 às 00:08
Boa noite, amigo António,

Pensar para quê?
Vamos sempre parar ao mesmo! O próprio poder económico faz a selecção. J Martins e pouco mais.
Não me inveja quem tem , carros parelhas e montes, só me inveja quem bebe a água em todas as fontes.
Aqui é que bate o ponto. Ricos cada vez mais ricos. Pobres cada vez mais pobres.
Nem tudo é mau! Vamos de férias e pagamos para o ano... E por aí fora. hipotecamos o nosso ordenado de vários meses. Portanto, não custa viver!
(Ou custa)!
Cá vamos cantando e rindo...
Sou a favor do progresso. Defendo boa qualidade de vida, boas estradas, não é preciso serem estradas para um testarossa. Uma estrada que ofereça segurança e conforto. Se estes dois factores existirem penso que o resto é inerente.
Agora é a minha vez.
Fiquem bem.
Belchior Madeira Antunes

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