Quarta-feira, 13 de Julho de 2011

A Visita a Riachos IV

 

 

Já vimos que nos levantámos cedo para assistir à Missa em Fátima, para ir visitar as Grutas de Alvados, e para estarmos a horas de almoço na quinta dos amigos Barroso em Riachos. Já vimos também as mesas das "entradas" com que fomos recebidos mal entrámos os portões da quinta, e agora vamos à amesendação à sombra de velhas oliveiras e palmeiras que distribuíram sombra para mais de uma centena pessoas.

O que vos vou mostrar aqui e agora é o super almoço, a actuação do Rancho Folclórico de Riachos, a saída de autocarro para ver os imensos campos de milho, os campos de tomates, de pimentos, a ida à Quinta dos Álamos para ver uma exposição de fotografia, e o regresso à quinta dos Barroso para a sopa da pedra, antes de rumarmos a nossas casas, mas também de se ter cantado os parabéns aos amigos Teresa e António José Barroso que fizeram anos de casados, e obviamente que estando por perto a nossa gente de Soito da Ruiva, não poderia ter saído de lá sem se cantar e dançar o Fado Serrano. Palavras para quê? As imagens valem mais do que as palavras!!!

 

Na foto o amigo António José Barroso.

 

 

Carapaus e sardinhas a assar para acompanhar com migas de peixe à moda de Riachos...

 

 

O amigo António José Barroso com uma travessa de sardinhas assadas numa mão, e carapaus na outra...

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Imagens da amesendação...

 

 

A entrada do Rancho Folclórico de Riachos no fim de almoço...

Ver vídeo no post anterior.

 

 

 

De pequenino...

 

 

 

 

 

 

Acabada a actuação, o intervalo para as sobremesas, onde não faltaram os coscoreis  de Soito da Ruiva e os farta rapazes...

 

 

Não resisti ao destaque que me merecem as arvores centenárias...é que elas já contemplaram muita coisa e muita estória de vida...

 

 

Novamente no autocarro para ver os campos...

 

 

...de milho a perder de vista...

100 hectares que produzem muitos milhares de toneladas. Todo da mesma altura e à mesma distância, só possível por ser semeado à maquina, grão a grão, milimetricamente. Um espectáculo e uma coisa que jamais tinha visto ao vivo...

 

 

Os dois autocarros em campo de pimentos..."só" dez hectares...

 

 

E a experiência de ter largado dois autocarros de excursionistas em campo de pimentos e de tomates...tudo a "catar" pimentos, tomates e beringelas para o saco...

Ó amigo António José Barroso, se levar lá malta assim mais vezes, tem que semear 20 hectares de pimentos...senão!!! Até parecia que estavam no MARL!!!

 

 

É so "trabalhadores"...eheheheh!!!!

 

 

Teresa Barroso fez de guia a um dos autocarros, enquanto o outro esteve a cargo do marido António José Barroso.

 

 

António José Barroso num campo de tomates... e com eles na mão...

 

 

Teresa Barroso mostra tomates de outro calibre e de outro campo...

 

 

 

Na quinta dos Álamos, em cujo pateo fizeram manobras e estacionaram os nossos autocarros, visitámos uma exposição de fotografias de Frederico Bonacho dos Anjos, antigo proprietário da Quinta, com fotografias da época que retratam a vida quotidiana. Foi um agricultor que desenvolveu a técnica do bromóleo em fotografia, com a qual ganhou fama internacional, cujo processo esteve em voga nos anos 20/30 do século passado. A exposição está patente no antigo celeiro da Quinta, ocupando a parte do R/c do edifício, e no andar superior encontra-se uma outra exposição do fotografo António Moutinho.

 

 

 

Um aspecto da visita à exposição fotográfica.

 

 

Regressados à quinta dos Barroso, tínhamos à espera uma sopa da pedra...

 

 

O cheirinho da sopa da pedra convidava a estar de prato na mão a aguardar a vez da concha em modo de self-service...

 

 

A fila (bicha) para a sopa...

 

 

O amigo Carlos Grácio com três "discos" nas mãos...aguarda a sua vez...

 

 

Os amigos Cibele e Carlos Borges...

 

 

E para além da sopa da pedra, carne grelhada...e um amigo de Riachos de travessa na mão, dizia: o que faço com esta carne?

 

 

...carne de porco, alimentado a pimentos, tomate, melancia, melão e meloa....

 

 

E porque este simpático casal fazia anos de casados, cantaram-se os parabéns e apagaram-se as velas...com a ajuda dos netinhos...

 

 

...e houve o beijinho da praxe...

 

 

E ainda, porque festa que é festa tem que ter Fado Serrano cantado e dançado... 

 

 

...toda a gente bailou de roda...

 

Mais logo, algumas curiosidades que ainda estão para editar...voltem que vale a pena!

 

 

sinto-me:
publicado por rouxinoldepomares às 01:44
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3 comentários:
De António José a 13 de Julho de 2011
Amigo António Silva, boa tarde.
Na minha humilde opinião, as Forças da Natureza da Serra do Açôr, não se esgotam nos
trovões, raios, coriscos, ou noutros fenómenos físicos incontroláveis, pois basta arranjar
'olhos de ver' e mirar os conteúdos das ultimas postagens do amigo Rouxinol !!
Desperta a atenção, para alem de outras coisas, esta agricultura organizada de milharais,
tomatais, e.t.c. e tais, e que presumindo não terem regas de pôça, pela certa que o
lavrador cuida de lá não medrarem ervas daninhas.
Amigo António, tenho cá para mim que, se lá nas nossas aldeias alguém pretendesse juntar
terras para produzir em moldes parecidos com o que aqui vemos (mesmo em terras ao abandono) seria como tentar fazer, só um Clube,só um Partido ou só uma Comissão!
Também se me está a parecer que, de estar aqui a 'falar' de agricultura já se me 'ferrou' uma dor
no 'espinhaço'!! O meu Padrinho até dizia: Vale mais uma mão ''inchada'', que uma'' inchada'' na mão!.
Amigo António foi um prazer andar por aqui, um abraço e até depois.
António José.

De rouxinoldepomares a 13 de Julho de 2011
Caro amigo e conterrâneo António José. Boa tarde!
Eu diria mais, as forças vivas da Serra do Açor estiveram este fim de semana na grande palnicie! Só faltou mesmo foi o meu amigo! Olhe que tenho saudades de ver o meu amigo de chapéu de palha e de concertina ao peito e sorriso rasgado!
Quanto à agricultura nas nossas terras, jamais poderiam criar tanto milho assim, porque as máquinas tombariam com a inclinação da nossa bela serra e na planicie já lá vai o tempo da enchada...e se a mão "incha" só pode ser da apanha do tomate...
Um abraço forte e cumprimentos à Teresa.
António Silva

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