Domingo, 22 de Janeiro de 2012

Torre de Moncorvo

 

Sexta Feira passada almocei em Torre de Moncorvo, a Terra do Ferro.  Por variadíssimas vezes tinha passado por perto, mas nunca tinha dado por lá uma "voltinha", e como tudo na vida, há sempre uma primeira vez. Vivi no litoral quatro décadas, e ainda, nos dias de hoje, passo lá alguma parte do tempo, mas o interior do país, o interior cheio de história com "H" grande, sempre me atraiu, como se me chamasse. Moncorvo é terra de minério de ferro, é terra antiga, e isso está patente na sua Igreja Matriz que é o templo de maiores dimensões de Trás-os-Montes, que apenas vos vou mostrar por fora, por motivos que vos contarei mais adiante. Agora daremos uma pequena voltinha pela bela e antiga Torre de Moncorvo, que nos transporta a tempos idos...

 

 

Como não podia deixar de ser, tinha que tirar uma foto aos Correios, ou não me lembrasse eu da "minha" casa de trabalho. É um imponente edificio situado no centro histórico e  intra muralhas nos restos do castelo medieval.

 

 

 

Dei uma primeira voltinha, mas andar às cegas não é aconselhavel e o Posto de Turismo está lá para nos ajudar. Foi aí que me dirigi e onde fui delicada e competentemente recebido e esclarecido. Assim está bem! As minhas desculpas,  porque não tomei nota do nome da senhora que me atendeu, mas deixo lhe aqui um agradecimento público pela forma como divulga a sua terra e a sua região. 

 

   

 

Ruas com história...

 

 

Com arquitectura que nos transmite...

 

 

que a concha é sinónimo que por aqui passava um dos  caminhos de Santiago...

 

 

De arquitectura mais singela uma casa e uma varanda bem portuguesa...

 

 

Um fontanário Filipino...

 

 

Outra rua do centro histórico...

 

 

Uma porta portuguesa...com alma, e sem a campainha eléctrica de toque irritante...não há como "bater" à porta, porque cada porta tinha o seu próprio som, a sua identificação, como se de uma personalidade se tratasse...

 

 

Igreja da Misericórdia...

 

 

Brasão...

 

 

Uma outra rua...

 

 

Esta é a famosa Igreja Matriz de Torre de Moncorvo, a maior em dimensão de Trás-os-Montes. De facto é impressionante e impressionante também é o que vos vou contar:

Perante uma construção de dimensões invulgares, obviamente que eu, fervoroso adepto da maquina fotográfica, rodeei o edifício, tirei umas quantas fotos e logicamente entrei. Olhei, observei, escolhi os melhores ângulos e sem fotografar as obras religiosas ao pormenor tirei umas quantas fotos ao interior da igreja. A igreja estava aberta e uma série de senhoras procediam à sua limpeza. Achei estranho o facto de uma senhora de casaco comprido falar ao telemóvel dentro da igreja, mas hoje em dia já nada se deve achar estranho...enfim...

Quando me dirigia para a porta de saída, vinha outro como eu com máquina fotográfica e foi aí que a tal senhora se me dirigiu e advertiu que não podia utilizar as fotografias da igreja sem previa autorização de um organismo, que dito de uma forma apressada não consegui fixar nem tomar nota, porque a diligente senhora disse estar com pressa, porque estavam vários turistas Búlgaros à sua espera...tentei insistir para tentar perceber e a resposta já em andamento foi se fosse á net e escrevesse Igreja Matriz de Moncorvo ficava esclarecido...ainda não estou esclarecido, porque nada encontrei...ou então sou um pouco burro, até porque fiquei a saber que o sucesso e o incremento do turismo em Torre de Moncorvo está nos búlgaros (!)...eu é que ando distraído(!)...

Tenho pena de não vos poder mostrar a imponência do monumento, e a Torre de Moncorvo que guarde e mostre a Igreja como entender...

Convem, já agora, esclarecer que não há qualquer aviso visivel sobre a proibição de captar imagens.

 

 

Se quiserem ver...vão lá...sem máquina...ou surdos...

 

 

E se por lá passarem não deixem de comer umas amêndoas típicas...

Seguramente voltarei a Torre de Moncorvo, come-se bem, a vila é bonita, tem história, alma e gente simpática, não sei é se voltarei à Igreja, provavelmente não vale a pena...porque não a posso mostrar...

 

 

 

 

 

sinto-me:
publicado por rouxinoldepomares às 23:58
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