Terça-feira, 20 de Setembro de 2011

Dois dias em Riachos II

 

Começo hoje o post com os amigos Teresa e António José Barroso e a neta Leonor, porque foram eles os responsáveis por me terem mostrado um mundo diferente do meu e de muitos milhares de portugueses. Contudo, todos temos uma coisa em comum, precisamos de comer, e é da terra que nos alimentamos!

 

 

Colaboradoras do amigo António José Barroso. Esta equipa de quatro trabalhadoras consegue em oito horas de trabalho plantar cerca de 35 mil pés de couve. A seguir veremos como.

 

 

Para que as couves tenham este aspecto é preciso muito trabalho e muita preocupação...

 

 

Suse, agora aos comandos de um tractor...

 

 

 

Duas trabalhadoras a colocar as couves no sistema mecânico de plantação...

 

 

 

Uma quarta trabalhadora segue o tractor (controlo de qualidade), verificando se a couve ficou bem colocada, ou tapada, e aquilo que a máquina falhou é corrigido...

 

 

A equipa e a "linha" de trabalho...35.000 couves/dia. É obra!!!

 

 

O aspecto da máquina...

 

 

As couves plantadas exigem de imediato rega, e há que colocar as tubagens do sitema de rega...tudo é calculado e tudo é feito com rigor...

 

 

 

O sistema de rega em funcionamento...

 

 

Couves para a esquerda...

 

 

Couves para a direita...

Muitos hectares de couves...

 

 

Nabos. Os nabos não servem só para cozer na sopa e por no cozido á portuguesa...servem também para fazer pasta de rebuçados e cobertura de bolos...aquela cobertura de bolo de aniversário é nabo...o que eu aprendi!!!

 

 

É só nabos...

 

 

Mas para que isto resulte, é preciso dedicação e trabalho até de noite. Na foto, António José Barroso foi verificar o sistema de rega das couves plantadas durante o dia. A vida de agricultor não é fácil...

 

 

Nos próximos posts falaremos de laranjas de amigos dos Barroso e ainda...

 

 

Falaremos de tomates e da sua apanha mecânica...um espectáculo!!!

 

 

 

sinto-me:
publicado por rouxinoldepomares às 23:22
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Segunda-feira, 19 de Setembro de 2011

Dois Dias em Riachos

 

Por convite do casal Barroso, nossos amigos agricultores de Riachos, fui assistir a algumas tarefas agrícolas que me despertavam alguma curiosidade, principalmente pela área territorial abrangida. Por isso estive dois dias em Riachos, onde, diga-se, não podia ter sido melhor recebido.

Conheci o casal Barroso por serem amigos do casal Niz de Soito da Ruiva, e dando jus ao ditado popular, amigo do meu amigo, meu amigo é! Não podia haver melhor exemplo, a Teresa Barroso e o António José Barroso são cinco estrelas como diz o amigo Niz, e eu já o comprovei por mais do que uma vez! Ter amigos destes, que visitam e conhecem Pomares é um privilégio. Há ainda um facto curioso que vos quero confidenciar: No sábado, andava eu em cima de um super tractor, quando o amigo António José me passa o telemóvel onde uma voz feminina anunciava que vinha almoçar connosco! Era a Adelina e o José Niz que directamente do Algarve e em período de férias vieram almoçar com os amigos a Riachos! É um espectáculo, como alguém diria!

Penso que já estamos situados no contexto, mas os dois dias que passei em Riachos foram uma realidade diferente a que um serrano de origem, como eu, não está habituado. Nestes próximos dias irei mostrar-vos imagens da debulha do milho, da apanha de tomate, de plantação de couves, de gente, porque o melhor são as pessoas, e por falar em pessoas, comecei com esta primeira foto de um tractor conduzido pelo proprietário, agricultor e amigo, António José Barroso.

Se já admirava o esforço dos agricultores de Portugal, depois destes dois dias em Riachos fiquei-lhes com muito mais admiração, e um profundo respeito pela sua louvável e nobre actividade.

 

 

A ceifeira debulhadora que tem uma capacidade de tratamento de cerca de 30 toneladas por hora. Impressionante o milho a sair limpinho para o reboque...

 

 

Depois de acumular cerca de cinco toneladas no seu bojo, a ceifeira debulhadora despeja o milho no grande reboque.

 

 

 

Um aspecto do transvase do milho da ceifeira para o reboque...

 

 

A acompanhar a ceifeira debulhadora, as garças boieiras que não mostram qualquer medo das máquinas, procuram alimento...

 

 

Mostrar-vos-ei a imensidão dos campos, a terra plana das lezírias ribatejanas...um mundo diferente para um serrano da Serra do Açor...

 

 

Como disse, o melhor são as pessoas, e voltarei a mostra-vos a Suse que aqui está aos comandos da carrinha... 

 

 

Em pleno campo os amigos Adelina e José Niz com a Teresa Barroso...

 

 

Nabos...

 

 

Directamente da terra prova-se a beterraba, vermelha e doce...

 

 

E eu nunca na minha vida tinha visto tantos grelos juntos...

 

Amanhã, mais fotografias...

 

 

 

sinto-me:
publicado por rouxinoldepomares às 23:26
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