Domingo, 12 de Janeiro de 2014

Ana Laíns nos Jerónimos

 

No âmbito do encerramento da Exposição "O Meu País Através dos Teus Olhos", de Cristina Rodrigues, e sob o título "A Música Portuguesa vai Ecoar Nos Jerónimos", a Ana Laíns proporcionou-nos um concerto memorável na Sexta-Feira, para um auditório de mais de 400 pessoas... porque não cabiam mais. Muitas inscrições foram recusadas, e mesmo assim excedeu a lotação máxima, calculada em 300 lugares. A música da Beira Baixa com as Adufeiras da Idanha, juntamente com Ana Laíns, criaram momentos únicos, que até nos arrepiaram de tão bonito que foi...

 

 

Ana Laíns esteve ao seu melhor nível...

 

 

Um auditório lotado, com uma acústica que só um mosteiro nos pode dar...

 

 

A Exposição "O Meu País Através dos Teus Olhos", de Cristina Rodrigues, teve o apoio do Municipio de Idanha-a-Nova e do Museu Nacional de Arqueologia. Cristina Rodrigues, tendo ao seu lado direito o Presidente da Câmara Municipla de Idanha-a-Nova, Engº Armindo Moreira Palma Jacinto, e o Director do Museu Nacional de Arqueologia, Dr. António Carvalho.

 

 

 

Um palco colorido...

 

 

Para uma cantora colorida...Ana Laíns.

 

 

 

Um desfile de música portuguesa, da melhor que se faz neste rectangulo à beira mar plantado, onde não faltou a participação do Fernado Pereira, que nos trouxe a Beira Serra do seu novo disco Serranias, que conta também com a voz da Ana Laíns e de alguns dos músicos que estão em palco.  

 

 

As Adufeiras da Idanha. Um dos momentos mais bonitos deste concerto...o Mundo Rural, a Portugalidade e a música étnica nos Jerónimos...

 

 

Ana Laíns, uma presença e uma voz das melhores que há em Portugal...

 

 

Excelentes músicos, excelente voz, só podiam dar um excelente espectáculo...

 

 

E a fotografia das artistas protagonistas...Cristina Rodrigues e Ana Laíns, tendo atrás uma criação da Cristina feita com adufes...

 

 

 E tal como anunciado...

 

 

Pomares esteve presente!

 

 

Nota d' O Rouxinol de Pomares:

Desculpem-me alguns tremeliques do video, mas não tinha condições para apoio da máquina. É o melhor que me foi possível...

Tudo isto é feito com amor!

 

sinto-me:
publicado por rouxinoldepomares às 23:58
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Quinta-feira, 9 de Janeiro de 2014

Ana Laíns nos Jerónimos

 

É já amanhã, sexta-feira! Alguns pomarenses vão lá estar!

 

 

 

sinto-me:
publicado por rouxinoldepomares às 20:12
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Quarta-feira, 12 de Maio de 2010

Sua Santidade o Papa em Lisboa...eu estive lá!

 

 O Mosteiro dos Jerónimos, o palco das cerimónias oficiais.

 

 

A chegada dos Bispos...

 

 

Medidas de segurança extraordinárias, levadas ao extremo e executadas na perfeição. O Subaru Prodrive da PSP, uma máquina cheia de performance que não passou despercebida e bonita de se ver.

 

  

 

O velho Range Rover da GNR, jipe cerimonial que não poderia faltar nesta pompa e circunstância.

 

 

A chegada do Esperado. A limousine Audi A8 que transportou o Papa Bento XVI.

 

 

Sua Santidade o Papa Bento XVI acompanhado de Sua Ex.ª o Presidente da República, junto da tribuna de honra.

 

 

A parada militar é sempre bonita de se ver, qualquer que seja a circunstância. Na foto a Banda da Armada Portuguesa.

 

 

Numa cerimónia com esta dimensão não poderia faltar o Regimento de Cavalaria da GNR.

 

 

As fardas, os cavalos e a pose, emprestam um espectáculo único e elevam o aparato ao melhor nível do que se pode ver em qualquer lado.

 

 

 

O Papamóvel, deslocando-se para junto da tribuna de honra, ao lado dos cavalos, para ir ao encontro do Papa Bento XVI, para o transportar até ao Palácio de Belém pela Av. de Brasília.

 

 

O fim das cerimónias oficiais e o regresso à Nunciatura Apostólica. Na foto a passagem pela segunda vez na Av. das Descobertas.

 

 

Da parte da tarde, o Rossio, um "Mar de Gente", que tentava dirigir-se para o Terreiro do Paço. Ontem todos os caminhos ia dar ao Terreiro do Paço e a baixa ficou pequena para acomodar tanta gente. Segundo dados divulgados nos media, 80 mil no Terreiro do Paço e 200 mil nas ruas da baixa.

 

 

Muitas eram as raças e os credos que esperavam a passagem do Sumo Pontífice.

 

 

A passagem da viatura da Unidade Especial da Polícia, era o anúncio de que o papamóvel com Sua Santidade estava próximo. As medidas de segurança foram rigorosas e a nossa polícia mostrou mais uma vez estar ao melhor nível de organização do que se pode ver por esse mundo fora.

 

 

 

A segurança também estava no ar...

 

 

Restauradores, Lisboa. Lá vem o Papamóvel com Sua Santidade, a comitiva e todo o aparato policial. E nós simples mortais vemos o papa por breves segundos a passar por nós.

 

 

O Papamóvel passando a caminho do Terreiro do Paço, levando dentro Bento XVI que ia acenado à multidão que gritava vivas ao Papa.

 

 

A famosa Rua do Carmo que a abarrotar de gente deixou várias pessoas de boca aberta. Eu já não a via assim desde o dia 25 de Abril de 1974, quando o povo saiu á rua.

 

 

 

Das muitas coisas boas que Lisboa tem, são o "diferente", a surpresa a cada esquina, o absurdo, os "cromos", gente que está "noutra". É esta diversidade que também me atrai e me deixa a pensar nos problemas sociais que estão por detrás destes rostos...e que a visita de um Papa não resolve...

 

 

A Rua do Ouro que demorou a percorrer até chegar ao Terreiro do Paço. Um mega engarrafamento humano. Os passeios, largos, ficaram de repente muito pequenos e apertados.

 

 

Por fim cheguei ao Terreiro do Paço a tempo das cerimónias religiosas. Não foi fácil chegar aqui. Eis o altar, com Bento XVI, junto ao Rio Tejo 

 

 

Ao final da tarde o Rossio ainda com todo o aparato policial.

 

 

Lá em cima as ruínas do Convento do Carmo...

 

 

Não podia deixar de referir um conterrâneo e amigo, estabelecido na Rua do Ouro, na Tofa. Obrigado pelos cafezinhos, Alberto, foram mesmo retemperantes para continuar a caminhada.

 

 

No final, o regresso á estação dos comboios do Rossio. Há quantos anos que não andava de comboio, e dadas as medidas de segurança e o corte de transito, a opção mais acertada foi viajar de transportes públicos. Confortáveis, rápidos e que nos levam ao coração da cidade.

 

 

 

Cá está o comboio na estação de Queluz-Monte Abraão que me levou até ao Rossio. O Regresso fez-se num identico.

 

 

 

 

 

sinto-me:
publicado por rouxinoldepomares às 23:33
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