Segunda-feira, 8 de Fevereiro de 2010

Ares de Montanha

 

Há algum tempo que não subia até lá acima. Lá acima significa tão só, subir a Serra do Açor, ir até ao Colcurinho e percorrer vários caminhos e estradões deste Maciço Antigo no Centro de Portugal, com a ajuda do meu velho Patrol, que roncando os seus seis cilindros me leva a esta bela Serra, que se encontra separada da Serra da Estrela pelo vale do rio Alva, e separada da Serra da Lousã pelo vale do rio Ceira. Há sempre 33 quilómetros de comprimento e 12 de largura para percorrer, que são as medidas desta nossa Serra, e os 1340 metros de altitude permitem-nos sentir estes Ares de Montanha.

Esta foto mostra a bacia hidrográfica da Ribeira de Pomares e em primeiro plano vêem-se algumas casas de Porto Silvado, a seguir o Vale do Torno e lá ao fundo o vale de Pomares, vendo-se algumas casas do Agroal, o cemitério de Pomares e algumas casas do bairro da Portelinha.

 

 

 

Do outro lado e em primeiro plano o Soito da Ruiva e um pouco mais abaixo Sobral Magro.

 

 

O Soito da Ruiva visto de outra perspectiva.

 

 

Embora longe, com a ajuda de uma tele-objectiva o Sobral Gordo parece estar logo ali.

 

 

Do mesmo lado da bacia da Ribeira de Pomares e uns metros acima do Porto Silvado está a Gramaça, que pertence a outra freguesia e a outro concelho, Aldeia das Dez e Oliveira do Hospital respectivamente.

 

 

Lá do alto observamos uma parte do Agroal e  Pomares.

 

 

Do Colcurinho só a neblina nos impede de ver até onde a vista alcança. Ao fundo Aldeia das Dez, o vale do Alva e Oliveira do Hospital.

 

 

No alto do Colcurinho é possivel andar em redor do cume  e observar a paisagem em todos os pontos cardeais. Lá ao fundo está Pomares, vendo-se apenas a Portelinha, algumas casas do bairro do Tinte e a Bica.

 

 

 

Até onde a vista alcança...

 

 

A Serra da Estrela, e do lado esquerdo, a branco, confundindo-se com o céu, está a Torre ainda com alguma neve. De cima para baixo: Alvoco da Serra,Vasco Esteves de Baixo e Aguincho.

 

 

Pela ordem natural das coisas, tudo o que sobe  desce, e eu não fujo à regra, desço novamente até casa; Pomares.

 

 

sinto-me:
publicado por rouxinoldepomares às 01:47
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