Terça-feira, 5 de Fevereiro de 2013

Memórias de Pomares (1)

 

Já tenho manifestado a minha opinião que em Pomares, em tempos mais dificeis e com menos recursos, se tomaram decisões e iniciativas que hoje com todos os recursos e apoios disponíveis...a "coisa" é muito mais dificil...

Todos nós, mais ou menos, com uma opinião mais acertada, ou mais ao lado, sabemos onde reside o problema! Há que contornar as coisas...e apontar o caminho certo. Talvez um dia seja possivel fazer algo semelhante, que orgulhe a memória daqueles que em tempos fizeram tanto...com tão pouco.

 

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Quinta-feira, 14 de Julho de 2011

Memórias XXII

 

 

Hoje veio-me à “memória” o tempo em que passei pelo sindicalismo. Não é por saudosismo ou por narcisismo que  publico esta foto, mas porque a memória é uma faculdade cognitiva, complexa mas importante, porque é a base para a aprendizagem. Se não houvesse armazenagem mental para a representação do passado, não teríamos forma de tirar proveito da experiência. A memória envolve assim, um complexo mecanismo que arquiva e recupera experiências, estando  associada à aprendizagem que é a habilidade de mudarmos o nosso comportamento através das experiências que foram arquivadas na memória. Isto é, a aprendizagem é a aquisição de novos conhecimentos, e a memória a retenção dos conhecimentos aprendidos. Assim, a aprendizagem e a memória são a base e o suporte para todo o nosso conhecimento. Aprender, aprender, aprender sempre!!!

 

 

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Segunda-feira, 14 de Fevereiro de 2011

Memórias XXI

 

Não sou dado a coleccionismo nem a objectos de culto, mas guardo alguns objectos carregados de memórias, e isto de andar a falar de vinhos e "pomadas" trouxe-me à memória dois pequenos cálices do tempo da Guerra Colonial, de que agora se comemoram os 50 anos do seu inicio. São de um vidro banal, mas ocupam um espaço junto de outros "vidros" mais valiosos e dariam para dissertar ao olhar para eles, a começar pelo seu tamanho em comparação com os actuais "balões". Como dizia a minha bisavó Delfina, a aguardente devia ser bebida por um garfo!...

Do lado esquerdo um pequeníssimo cálice que tem a seguinte inscrição " Serviços Militares da Colónia da Guiné", e o outro uma pequena bandeira com a inscrição CCN (Companhia Colonial de Navegação). Para avivar memórias!...

 

 

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Quarta-feira, 13 de Janeiro de 2010

Memórias XX

 

São memórias!

Este, é um "post" com um cunho mais pessoal. 

É dedicado ao meu pai, que se fosse vivo completaria hoje 74 anos.

Na primeira foto, eu e o meu pai na Guiné-Bissau em 1965 e na segunda foto, 

o meu pai a conduzir um Jeep Willys no norte de Angola, em Nóqui, em Dezembro de 1969.

 

 

 

 

 

 

 

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Sexta-feira, 4 de Setembro de 2009

Memórias XIX

 

Há pessoas que nos ficam na memória pelas melhores razões. O Sr. António Bento era uma dessas pessoas. Guardo dele, a imagem de uma pessoa afável e bem disposta. Falecido há muito e sem descendência directa, foi um pomarense amigo da terra.

Aqui, no verão de 1958, com uma cana de pesca na mão (na altura a nossa ribeira era famosa pelas trutas) e junto do estabelecimento dos também saudosos Sr. Américo  e Isaura Fernandes. Atente-se no pormenor da rua ainda em terra batida e a ausência de limpeza urbana. Já passaram 51 anos! Muito tempo! Por identificar o rapazinho que olha atento. Alguém identifica?

 

 

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Sexta-feira, 5 de Junho de 2009

Memórias XVI

 

No Largo do Pontão há 52 anos, o Grupo as Papoilas de Pomares posou para esta fotografia. Estávamos em Junho de 1957.

Não me é possível identificar todas as pessoas da fotografia, mas com algumas delas ainda nos podemos cruzar diariamente em Pomares, felizmente.

Olho para esta fotografia e não poderei deixar de me sentir orgulhoso como pomarense de pensar que naquele tempo em que as dificuldades eram muitas, a capacidade de iniciativa e o associativismo mexiam e são um exemplo e uma referência a seguir nos nossos dias. 

  

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Quarta-feira, 11 de Fevereiro de 2009

Memórias XIII

Fotografia cedida por uma pomarense amiga 

 

Apresento-vos hoje uma fotografia de pomarenses obtida em Novembro de 1949 no Largo da Sociedade de Melhoramentos de Pomares, ou Largo do Pontão, a nossa sala de visitas e local de todos os eventos, assim foi e assim será certamente. Repare-se no pormenor de um cântaro de barro, que na altura era o recipiente mais comum para ir à fonte buscar água potável, e que está pousado no chão, junto de uma tília ainda hoje existente. Nem a estrada tinha sido alcatroada, nem o largo ainda tinha sido empedrado.

Algumas das pessoas já não se encontram entre nós, mas recordo-as com todo o respeito e saudade. Para eles um eterno descanso.  Para aqueles que estão vivos, que se revejam quando eram crianças e mais jovens e que gozem de boa saúde e felicidade. Aqui fica um abraço para eles.

Da esquerda para a direita e na primeira fila em pé:

António Gonçalves; Irene Simões; Belmira Conde; Natividade das Corgas; Mabília; Idalina Conde; Adelina da Boucha e Manuel Pimpão.

Na mesma sequência e segunda fila sentadas:

Hortense Madeira; Idalina Madeira; Lucinda Brízida; Fernanda Caseira; Hermínia e Cidalina da Taberna.

Na mesma sequência e na última fila sentados no chão, os mais novos:

Luis Ferreira; António Ferreira Júnior; Ernesto Santos; Domecilia e Fernando Ferreira.

 

 

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Domingo, 4 de Janeiro de 2009

Memórias VIII

 

Este "post", é o primeiro do ano de 2009 da série que intitulei de memórias, e nada melhor para o assinalar do que a entrada de Pomares, junto ao miradouro de Sta. Luzia, onde se podem ver os plátanos já bem desenvolvidos e do lado esquerdo a ausência da habitação aí existente na actualidade. Na foto, um veículo pesado, com uma curiosa chapa que identifica o epicentro do raio de acção, Santa Ovaia e junto ao veículo estão o meu pai e o seu amigo António, filho do Feitor da Quinta da Marquesa. Estamos no inicio dos anos 50. 

 

 

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Sexta-feira, 26 de Dezembro de 2008

Memórias VI

 

Nesta época de Natal, em que a memória percorre o passado em busca de recordações, dei por mim a olhar para esta foto, que partilho convosco, e  que nos permite ver alguma da juventude de Pomares há mais de cinquenta anos, bem como o local onde foi obtida.

 

Da esquerda para a direita e em pé: Armando Xavier, Júlio (filho do sr Ismael, Feitor da Quinta), António Castanheira (Necas), (actualmente bastante doente), António (irmão do Júlio) e a seguir de pé não foi possível a sua identificação. De cócoras: António Ferreira Júnior e Adelino Castanheira  (falecido). 

 

No local onde a foto foi obtida, ainda não se encontrava lá a moenda nem a nogueira.

O tempo passa !...

 

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Sábado, 13 de Dezembro de 2008

Memórias IV

 

 

É dos sítios em Pomares, o mais conhecido, mas uma grande parte das pessoas que o frequenta na actualidade, não o conheceu assim.

É delicioso levar a nossa memória numa viagem ao passado.

É uma excelente fotografia que me foi cedida por um amigo pomarense, ao qual endereço daqui os meus melhores agradecimentos. Observar esta fotografia ao pormenor, remete-nos para a realidade da altura e é uma bênção poder comparar esta imagem com a actualidade.  Repare-se no pormenor do arco da ponte da margem esquerda estar obstruído e as pedras das guardas, quer de um lado quer do outro, estarem derrubadas. Um outro pormenor, é o caudal de água que cai na ribeira vindo do barroco das Corgas, muito mais abundante do que no presente.

 

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