
Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades...e acrescento eu...dum país rural abandonado e desertificado, dum país que é apenas litoral, há muitos anos, há anos demais...dum país sem agricultura, dum país que só consome...
Nós estamos a empobrecer cada vez mais, de dia para dia...
A culpa é de todos nós? Também! Mas a culpa não é dos trabalhadores...
Se Camões cantasse os Lusíadas agora como seria?

Estamos na época de tratar das árvores, da póda, e as árvores em Pomares não fogem á regra. Esta que está junto à fonte da Bica e perto da entrada do Parque de Campismo, também não escapa ao devido arranjo de inicio de ano. O que desfeia o sítio é o recanto contíguo, que embora particular, não devia ser impedimento para que com boa vontade e uma "mãozinha" se desse um "chega p´ra lá" naquelas silvas que estragam a beleza do local. Não é a primeira vez que abordo este assunto e por certo não será a última. Tenho alguma teimosia naquilo que acredito e penso estar certo. Sei que a minha terra é rural, mas a ruralidade em demasia e com silvas a mais é prejudicial à vista e a muita coisa. Vá lá...eu posso emprestar a roçadoira...

Há muito que não "postava" sob o título deste tema. Pomares, é uma aldeia rural, e nada melhor para o ilustrar do que esta fotografia da Quinta da Marqueza pejada de fardos de palha prontinhos a serem guardados como forragem para o gado.
E o que é curioso, aqui em Pomares, é que até o campo de futebol é produtivo. Não havendo utilização do campo, e crescendo o relvado (o verdadeiro relvado), este foi aproveitado, e zás sai fardo. Consta-se que o proprietário do campo, a Sociedade de Melhoramentos, fez um bom negócio.
Enquanto ao lado, nos campos, se enfardava a palha , a represa da praia fluvial de Pomares enche-se após uma operação de limpeza, que é feita regularmente para manter a água em boas condições. Diria, em óptimas condições.
Sob a rúbrica Ruralidades tenho por norma mostrado construções. Hoje, sem fugir ao tema, vou-lhe imprimir uma variante, que é uma das belezas da natureza, que nas grandes metrópoles não nos é dado observar: o crescimento dos frutos no seu habitat natural. Uma videira com os respectivos cachos de uvas em formação.
Não era este o tema que estaria pré agendado para hoje, mas há dias em que por mais que tentemos as letras teimam em não fazer sentido, em não constituírem frases com jeito. Hoje é um desses dias. É evidente que um escritor ou jornalista, transformaria uma ideia mal alinhavada e mal escrita num "post" que mereceria o aplauso de muitos, com dezenas de comentários. Eu não...fico por aqui, porque só me saem estas pequenas frases:
As acessibilidades
As condições de vida
O envelhecimento
A desertificação humana
O abandono
. 10 de Junho - Dia de Port...
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. Barroja
. O Nosso Concelho
. A Nossa Região
. Amigos
. Ritual
. Impulsos
. O Açor
. Maria
. Links
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