Domingo, 30 de Junho de 2013

O Mundo Rural veio à Cidade

 

 

Este fim de semana a Rua Augusta e a Baixa Lisboeta conheceram uma azáfama diferente do dia a dia da capital. No sábado com o Mega-Pic-Nic, o Terreiro do Paço, o coração da cidade,  vestiu-se de ruralidade, onde os nossos produtores agricolas poderam mostrar aos lisboetas e ao mundo o melhor que a nossa terra dá. Na Rua Augusta, junto ao arco, as barraquinhas das Casas Regionais em Lisboa marcaram presença e comercializaram produtos das suas regiões de origem, e a Casa da Comarca de Arganil esteve lá, com os seus produtos, onde não faltou o queijo da Quinta do Ribeiro, o vinho da Casa da Carvalha, o enchido de Arganil, etc etc, promovendo a nossa terra e a nossa região. 

Eu passei por lá e captei estas fotografias...e só não fiquei para o concerto do Tony Carreira, porque tinha outros compromissos.

 

 

E na "barraquinha" da Casa da Comarca de Arganil a animação não faltou, até quem passava dava um pezinho de dança...

 

 

Eis uma série de fotografias do mundo rural, e nada melhor do que começar com os caretos...

 

 

 

 

 

 

 

 

E a ver o mundo rural...

 

 

Duas flores, entre girassóis...

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Sob um sol escaldante, ao Terreiro do Paço ia chegando cada vez mais gente para o grande concerto do Tony Carreira. Isto é Lisboa!!!

 

 

 

 

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Sexta-feira, 3 de Fevereiro de 2012

Pelo Rossio e Baixa de Lisboa

 

Vamos então dar uma voltinha pela baixa conduzidos pela minha objectiva. A baixa lisboeta é um "mundo" capaz de propiciar a um coleccionador de imagens horas a fio de motivos diferentes para apontar a objectiva e disparar. Considero que o Rossio é a sala de visitas da cidade e o Terreiro do Paço o seu coração, e só estas duas praças são suficientes para ocupar muitos megabytes em imagens.

 

 

O Rossio, qualquer que seja a estação do ano, é sempre um espaço agradável e bonito.

 

 

As belas fontes com os seus repuxos de água...

 

 

Confesso que tenho um certo fascínio pelas Segway...

 

 

O Rossio tem sempre atracções, mesmo as mais inesperadas...

Um "romani" dá um show para a esplanada, esperando umas moedas em troca.

 

 

O Teatro Nacional D. Maria II.

 

 

Por vezes, no Rossio, não sei se estou em Bissau, se estou em Nairobi...

 

 

Antigas profissões ainda em actividade...

 

 

Chapéus há muitos...

 

 

Uma imagem de marca, as floristas do Rossio...

 

 

Velha...Tendinha...

 

 

Cafés, chás, e uma parafernália de coisas ligadas as estas estimulantes bebidas...

 

 

Se olharmos para cima, lá está o convento do Carmo...

 

 

Se olharmos para cima, vemos a degradação a que chegaram alguns edifícios e para o perigo que constituem.

Lembro-me do incendio do Chiado, que alterou para sempre aquela zona da Baixa...

 

 

A intolerância sempre acompanhou a ignorância e a ganância...e é ainda hoje prática corrente, a outro nível obviamente, mas estou a lembrar-me que é praticada por aqueles que se julgam donos da verdade...

Ainda não há muito tempo que tentaram proibir-me de tirar fotografias em sitio publico de Pomares (!); ainda não há muito tempo que me insultaram; ainda não há muto tempo que foram lançadas sobre mim as mais vis aldrabices; ainda hoje há pessoas que não me falam e me deitam olhares odiosos...felizmente já não há inquisição, porque o crime que cometi foi criar este blog e disputar as eleições para uma pequena Junta de Freguesia, que não me traz, nem me traria qualquer vantagem de ordem pessoal. Ainda hoje sinto o fanatismo de alguns porque tenho ideias e ideais para uma Freguesia e uma terra que é tanto minha como dos outros que lá nasceram...

Enfim, veio-me à memória, a propósito desta imagem, e tal como este memorial, é bom não esquecer...

 

  

 

Uma das coisas que me chateia é a exclusão social, a miséria, que atira para a mendicidade pessoas com idade avançada...é uma coisa que me chateia, como ficou celebre a frase do então Primeiro Ministro Pinheiro de Azevedo, proferida noutro contexto, mas dita de forma clara e directa...

Não foi para isto, nem essa foi a minha esperança do Portugal que vi nascer no dia 24 de Abril de 1974...

 

 

Que saudades do Grandella, um dos edifícios que pereceu no incêndio do Chiado e onde trabalhava a D. Fernanda, se não me falha a memória, casada com o senhor Graça, que nos idos anos 70 tinham uma casa em Pomares onde religiosamente iam de férias e levavam amigos.

 

 

Sempre que vou à baixa, passo por aqui, obrigatóriamente, para ver o amigo Alberto que partilhou comigo durante algum tempo o mesmo quarto, no inicio da minha vinda para Lisboa.  

 

 

Rua da Conceição

 

 

Terreiro do Paço, sem automóveis e sem transito nas laterais...

 

 

Pátio da Galé, hoje restauração, de onde outrora saiam cartas e aerogramas ao seu destino...

 

 

 

O Tejo com os seus cacilheiros...

 

 

Estação de metro do Terreiro do Paço. Muitas escadas, elevadores, desce-se bastante, estaremos ao nível do fundo do Rio Tejo, ou talvez mais... faz-me alguma confusão porque está paredes meias...

 

 

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Quinta-feira, 2 de Fevereiro de 2012

Uma voltinha pela "baixa" de Lisboa

 

Ontem fui a Lisboa, e Lisboa para mim é a "baixa". É claro que Lisboa é Lisboa e Lisboa é muito mais, uma fotografia do Terreiro do Paço fica sempre bem para falar de Lisboa, mas também não é só por isso, é um local que me é familiar; foi no Terreiro do Paço que iniciei a vida de trabalho nos CTT, foi aqui que vi os soldados a derrubar o regime de antes de 74. E claro, acima de tudo, o Terreiro do Paço é o Terreiro do Paço, o coração de Lisboa.  

Apesar do dia estar para o cinzento, como que em jeito de acompanhar o passo do país nestes últimos meses, amanhã mostrar-vos-ei algumas imagens da "baixa" sob o ponto de vista da minha objectiva. Até lá! 

 

 

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Quarta-feira, 1 de Fevereiro de 2012

Almoço de Gaivota no Terreiro do Paço

 

Não sei se é uma Larus michahellis, gaivota-de patas-amarelas, ou se é uma Larus fuscus, gaivota-de-asa-escura. Não importa para o caso, mas felizes aqueles que sabem o nome das aves! Não é, seguramente o Fernão Capelo Gaivota, porque esta gritava desalmadamente para afastar os intrusos, num Terreiro do Paço despido de gente, ao pé de uma costeleta que alguém da esplanada próxima lhe atirou...Isto sim é que foi um almoço!

 

 

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Quarta-feira, 12 de Maio de 2010

Sua Santidade o Papa em Lisboa...eu estive lá!

 

 O Mosteiro dos Jerónimos, o palco das cerimónias oficiais.

 

 

A chegada dos Bispos...

 

 

Medidas de segurança extraordinárias, levadas ao extremo e executadas na perfeição. O Subaru Prodrive da PSP, uma máquina cheia de performance que não passou despercebida e bonita de se ver.

 

  

 

O velho Range Rover da GNR, jipe cerimonial que não poderia faltar nesta pompa e circunstância.

 

 

A chegada do Esperado. A limousine Audi A8 que transportou o Papa Bento XVI.

 

 

Sua Santidade o Papa Bento XVI acompanhado de Sua Ex.ª o Presidente da República, junto da tribuna de honra.

 

 

A parada militar é sempre bonita de se ver, qualquer que seja a circunstância. Na foto a Banda da Armada Portuguesa.

 

 

Numa cerimónia com esta dimensão não poderia faltar o Regimento de Cavalaria da GNR.

 

 

As fardas, os cavalos e a pose, emprestam um espectáculo único e elevam o aparato ao melhor nível do que se pode ver em qualquer lado.

 

 

 

O Papamóvel, deslocando-se para junto da tribuna de honra, ao lado dos cavalos, para ir ao encontro do Papa Bento XVI, para o transportar até ao Palácio de Belém pela Av. de Brasília.

 

 

O fim das cerimónias oficiais e o regresso à Nunciatura Apostólica. Na foto a passagem pela segunda vez na Av. das Descobertas.

 

 

Da parte da tarde, o Rossio, um "Mar de Gente", que tentava dirigir-se para o Terreiro do Paço. Ontem todos os caminhos ia dar ao Terreiro do Paço e a baixa ficou pequena para acomodar tanta gente. Segundo dados divulgados nos media, 80 mil no Terreiro do Paço e 200 mil nas ruas da baixa.

 

 

Muitas eram as raças e os credos que esperavam a passagem do Sumo Pontífice.

 

 

A passagem da viatura da Unidade Especial da Polícia, era o anúncio de que o papamóvel com Sua Santidade estava próximo. As medidas de segurança foram rigorosas e a nossa polícia mostrou mais uma vez estar ao melhor nível de organização do que se pode ver por esse mundo fora.

 

 

 

A segurança também estava no ar...

 

 

Restauradores, Lisboa. Lá vem o Papamóvel com Sua Santidade, a comitiva e todo o aparato policial. E nós simples mortais vemos o papa por breves segundos a passar por nós.

 

 

O Papamóvel passando a caminho do Terreiro do Paço, levando dentro Bento XVI que ia acenado à multidão que gritava vivas ao Papa.

 

 

A famosa Rua do Carmo que a abarrotar de gente deixou várias pessoas de boca aberta. Eu já não a via assim desde o dia 25 de Abril de 1974, quando o povo saiu á rua.

 

 

 

Das muitas coisas boas que Lisboa tem, são o "diferente", a surpresa a cada esquina, o absurdo, os "cromos", gente que está "noutra". É esta diversidade que também me atrai e me deixa a pensar nos problemas sociais que estão por detrás destes rostos...e que a visita de um Papa não resolve...

 

 

A Rua do Ouro que demorou a percorrer até chegar ao Terreiro do Paço. Um mega engarrafamento humano. Os passeios, largos, ficaram de repente muito pequenos e apertados.

 

 

Por fim cheguei ao Terreiro do Paço a tempo das cerimónias religiosas. Não foi fácil chegar aqui. Eis o altar, com Bento XVI, junto ao Rio Tejo 

 

 

Ao final da tarde o Rossio ainda com todo o aparato policial.

 

 

Lá em cima as ruínas do Convento do Carmo...

 

 

Não podia deixar de referir um conterrâneo e amigo, estabelecido na Rua do Ouro, na Tofa. Obrigado pelos cafezinhos, Alberto, foram mesmo retemperantes para continuar a caminhada.

 

 

No final, o regresso á estação dos comboios do Rossio. Há quantos anos que não andava de comboio, e dadas as medidas de segurança e o corte de transito, a opção mais acertada foi viajar de transportes públicos. Confortáveis, rápidos e que nos levam ao coração da cidade.

 

 

 

Cá está o comboio na estação de Queluz-Monte Abraão que me levou até ao Rossio. O Regresso fez-se num identico.

 

 

 

 

 

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Terça-feira, 11 de Maio de 2010

PAPA em Lisboa...Eu estive lá...

 

Estive em Belém junto ao Mosteiro dos Jerónimos, onde decorreram as cerimónias oficiais de recepção ao Papa Bento XVI, e estive no Terreiro do Paço onde foram celebradas as cerimónias religiosas. Um dia em cheio. Poderei dizer que não foi preciso ir a Roma para ver o Papa. Eu vi-o em Lisboa.

Também em Lisboa tive a oportunidade de ver João Paulo II, curiosamente no mesmo local onde vi também agora Bento XVI, entre os Restauradores e o Rossio, mais precisamente frente à Estação do Rossio.

Mais logo deixarei algumas fotografias deste acontecimento. Afinal não é todos os dias que um Papa visita o nosso País e Lisboa.

Até logo!

 

 

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publicado por rouxinoldepomares às 21:52
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